PROJETO

POLÍTICO PEDAGÓGICO

COLÉGIO MAGISTER 2021

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"Se o problema que consideramos está na relação indivíduo e sociedade, que tarefa daí decorre? A realização de um projeto político. A questão da identidade nos remete necessariamente a um projeto político. (CIAMPA, 1989, p. 73)"

Já se vão treze anos desde a primeira publicação (2009) do Plano Diretor do Colégio Magister. Desde a primeira edição, a escola já recebeu inúmeros depoimentos de educadores e pais de estudantes sobre a importância do documento. As intenções pedagógicas e os diversos movimentos organizados para o ano são intensamente compartilhados com todos, e isso proporciona a participação dos pais como facilitadores do sucesso escolar dos filhos. 

Como parte do processo de construção de um projeto pedagógico, este documento é vivo, pois revela o movimento escolar e o desenvolvimento de pessoas e da instituição. Anualmente é revisto a fim de expressar as intenções de instituição, diante dos contextos igualmente mutáveis. O Plano Diretor não deve ser estático, mas um convite à reflexão e ao diálogo entre educadores e famílias.

 

Com este documento a direção apresenta à comunidade o PLANO DIRETOR 2021 – Projeto Político Pedagógico. Tão dinâmico quanto a própria realidade, o Plano Diretor de 2021 teve que se adequar para responder às necessidades de um momento educativo sem precedentes na história mais recente. 

Com o distanciamento social proposto pelo Governo do Estado de São Paulo, por meio do decreto Nº 64.862, de 13 de março de 2022 para o enfrentamento da disseminação do COVID-19, escolas de todo o estado de São Paulo tiveram as aulas presenciais suspensas no dia 23 de março do ano passado. As aulas presenciais foram substituídas pelas aulas remotas que garantiram o direito à educação às crianças e adolescentes. Um esforço que toda a sociedade empregou para que o público infantil e juvenil se mantivesse conectado à escola e aos conteúdos e conceitos propostos para cada faixa etária. 

No ano de 2020 fomos levados e repensar a organização escolar da Educação Básica (Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio), dos cursos Internacionais e do Tempo Integral de forma que cuidássemos das aprendizagens essenciais para cada faixa etária.

Todos os segmentos foram convocados a repensar suas estratégias e planos para que os objetivos, as diretrizes metodológicas, o sistema de avaliação e o novo calendário escolar decorrente dos ajustes necessários para o ano de 2020 preservassem a coesão e a coerência do documento às condições atuais.

Enfim, o documento de 2021 está todo renovado, à luz das necessidades de se impuseram para a Educação a partir da interrupção das aulas presenciais do ano passado e diante doa desafios que ainda serão vivenciados neste ano. Novas metas, estratégias didáticas, metodológicas e expectativas de aprendizagem estão propostas neste documento que mais do que nunca revela o compromisso de uma escola de qualidade com essa nova geração de estudantes, viventes de uma pandemia que impactou e transformou a educação do mundo todo.

Ao longo do ano, os educadores da escola realizaram inúmeras sondagens e continuarão envolvidos no acompanhamento das aprendizagens e elaboração de planos individuais de apoio aos estudantes. Mesmo diante de um ano atípico, este documento anuncia também que esta é uma instituição de ensino que acredita na gestão participativa. Também como instrumento de monitoramento, promove o compromisso do coletivo dos educadores para a sua mais importante missão: ampliar as possibilidades de aprendizagem de seus alunos.

Enfim, expressa a convicção da qualidade de um trabalho comprometido com o desenvolvimento pleno de crianças e jovens. Afinal de contas, eles são a razão de existir desta escola.

Para que continuemos aprimorando este documento, agradecemos antecipadamente por todos os comentários e sugestões. As observações poderão ser enviadas para a secretária da direção: Sra. Rosinei Dias (e-mail: rosinei.dias@magister.com.br).

Sugerimos que este documento seja arquivado, física ou eletronicamente, para futuras consultas. 

Reafirmamos nosso compromisso com a ética e a transparência, que são a base para a construção de uma educação plena e cidadã.

Katia Martinho Rabelo

Diretora Pedagógica

Doutora em Educação: Psicologia da Educação

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O Colégio Magister e o contexto histórico

Uma sociedade se faz por meio das relações das pessoas que a compõem, inseridas em determinada cultura, que é ressignificada por meio de processos educativos formais e não formais. Responsável pela organização e transmissão, intencional e sistematizada, do conhecimento acumulado pela humanidade, a educação formal é um dos setores mais importantes para o desenvolvimento de uma sociedade. É também através da produção de conhecimentos que um país cresce, melhorando a qualidade de vida e a renda das pessoas. 

Aos estudantes do país são garantidos o direito de acesso à educação e apropriação dos conhecimentos socialmente produzidos por meio dos currículos assegurados pela Constituição Federal do Brasil, de 1988, e pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional nº 9394, de 20 de dezembro de 1996 – LDBEN. Mais recentemente, por meio da aprovação de uma Base Nacional Comum Curricular – BNCC, o estado nacional pretende oferecer um modelo para o ensino e parâmetros mínimos de aprendizagens a todos os estudantes, pautando o currículo das redes públicas e particulares. 

Mas cada escola apropria-se das diretrizes gerais de acordo com seus ideais e missão e a partir de sua realidade singular historicamente constituída. 

Realidade social e histórica que mobilizaram o jovem casal de professores, Alberto e Ilka Martinho nos anos de 1968, a reunir todos os seus sonhos, esforços e recursos para iniciar um projeto educacional comprometido com a formação de crianças e jovens que pudessem atuar na sociedade como cidadãos plenos.

Ao longo dos 50 anos de existência da escola (completados em 2018), Alberto e Ilka atuaram não só com competência e responsabilidade, mas com base em relações de afeto, carinho e amizade que alicerçam as relações dessa família de mantenedores. Enfim, relações que marcaram todos aqueles que aqui já estudaram. 

Ao longo de todos estes anos, os fundadores foram testemunhas de muitas conquistas e vitórias de seus alunos. Alunos que hoje são empresários e profissionais de sucesso e que trazem seus filhos para também se formarem nesta instituição. 

 

De geração para geração

A longa história da instituição é orgulho para seus fundadores, ao mesmo tempo em que se torna compromisso com um legado que precisa ser preservado. Sem perder a identidade que a constituiu e os valores familiares que fizeram desta escola lócus de valorização à pessoa do educando, se mantém os alicerces fundantes da instituição, na gestão pedagógica e administrativa realizada pela segunda geração de seus mantenedores. 

Um projeto educativo é significativamente marcado pelas relações cotidianas que ali são vivenciadas. O cuidado com as orientações administrativas, as questões financeiras internas e externas, a comunicação com as famílias e a imagem da instituição, estão dedicados a dois dos filhos do casal. Marcos Alberto Martinho, Diretor Administrativo (mestre em Administração de Empresas), e Karin Regina Martinho, Diretora de Marketing (pedagoga e fonoaudióloga), acompanham respectivamente, os procedimentos administrativos da escola e as inúmeras ações de comunicação e marketing. O projeto político pedagógico, as escolhas didáticas e metodológicas, as inovações no currículo, assim como o zelo pelas aprendizagens dos estudantes e para o olhar integral dos sujeitos é foco da ação de Katia Martinho Rabelo, Diretora Pedagógica (mestre e doutora em Educação).

Assim, a história de compromisso com a educação continua como um dos maiores legados dos seus fundadores. Aqueles que nasceram na década de 70 e que vivenciaram toda essa bonita história, tem hoje a responsabilidade da continuidade desse projeto, que um dia nasceu numa sala de aula e hoje é parte da vida de milhares de pessoas. 

Os sonhos de Alberto e Ilka Martinho não envelheceram. Hoje, a sabedoria e a experiência dos fundadores, membros do Conselho Diretivo na escola, estão aliadas ao vigor e à energia de Kátia, Karin e Marcos. E essa união só pode gerar bons frutos, traduzidos em aprendizagem de qualidade e formação de jovens e adultos preocupados com o mundo que os cerca.

Ao ter completado pouco mais de cinco décadas de história, a gestão continua contemporânea e estabelecendo processos administrativos cada vez mais profissionalizados, com mais competência técnica e pedagógica. Por meio da gestão participativa buscou-se o compromisso coletivo de professores, gestores pedagógicos e funcionários com o sucesso escolar dos estudantes, o que faz desta instituição uma escola diferenciada e pela qual se identifica a comunidade interna e a externa. Um dos grandes diferenciais desta instituição é a valorização da ação protagonista de seus gestores, professores e, consequentemente, de seus estudantes. 

Investir, Inovar e Inspirar

Com essas três ideias, a gestão da escola afirma o compromisso de investir sempre em recursos materiais e humanos para que os estudantes recebam um trabalho educativo de vanguarda. Inovar constantemente, implementando novos fazeres que impulsionam e inquietam para a busca contínua de estratégias para que os alunos aprendam mais e melhor. Isso já nos torna uma instituição diferenciada, mas ainda mais diferenciada por buscar, diariamente, inspirar os corações de crianças, jovens e adultos e promover relacionamentos saudáveis para uma cidadania solidária e ética.

A formação necessária às crianças que viverão as demandas do século XXI aponta para três importantes tendências da educação deste novo tempo: formação bilíngue, escola de tempo integral e respeito às singularidades.

A internacionalização do currículo do Ensino Fundamental e Ensino Médio foi um importante passo da instituição. O Colégio Magister oferece aos estudantes optantes pelo Programa Internacional, disciplinas do currículo dos EUA e a oportunidade de concluírem a educação básica com a dupla diplomação, brasileira e americana.

Os últimos anos apenas refletem as inovações que têm marcado a história do Magister. A partir da experiência em bilinguismo (desde 2004), em 2016 iniciamos os cursos de High School, com a internacionalização e reconhecimento do currículo da escola. Em 2017, mais um importante avanço: os alunos do Ensino Fundamental também puderam aderir ao Programa Internacional: passamos a oferecer os cursos Elementary, Middle e High School.

A internacionalização do currículo escolar é uma tendência global, e fazer parte de uma escola cujos estudantes são elevados à categoria de alunos internacionais certamente abre um universo de possibilidades para o futuro acadêmico e profissional desses jovens. Nessa iniciativa, o currículo americano passa a ser integrante do projeto pedagógico do Colégio, e os alunos, até então reconhecidos exclusivamente no Brasil, também terão o diploma de High School americano.

Após 50 anos de história, o Magister continua mostrando que esta é uma instituição que se renova para oferecer um ensino arrojado, em constante evolução e atento às demandas atuais para educação. O Magister prima pelo acolhimento e pela excelência de seu ensino, preocupado não apenas com habilidades técnicas e específicas, mas também com competências pessoais, emocionais e sociais.

A inovação está no DNA do colégio, que é atento aos avanços tecnológicos e tem o objetivo de formar o aluno do século XXI, com autonomia e pensamento crítico, além de protagonista de sua atuação no mundo.

Assim, esta instituição se posiciona em respeito às singularidades e em direção à qualificação dos relacionamentos que aqui se estabelecem diariamente e que ganham significado na vida de cada pessoa que faz parte dessa história.

A história cinquentenária do colégio foi fundamentada em um sonho, o sonho de uma educação melhor, que é feita por pessoas, originada na gestão familiar e se estende às famílias que a escola atende, passando pelo respeito aos seus colaboradores. Sem a parceria entre esses pilares, essa história talvez não tivesse sido tão vitoriosa.

Concepção pedagógica do Colégio Magister

A experiência escolar é antes de tudo uma experiência de construção de sentidos. Estudos sociológicos mostram que as aprendizagens escolares se inscrevem e ganham sentido em uma relação de identidade e de experiência com o universo social e afetivo dos estudantes. De forma geral e ampla, a relação com o saber se estabelece na relação com o mundo; é o que o sociólogo Bernard Charlot (1997) chama de relação que o ser humano, confrontado biológica e culturalmente com a necessidade de aprender, mantém consigo mesmo e com os outros. Essa é uma relação de sentido e de valor.

Assim, a questão do sentido remete à maneira como os alunos significam sua experiência escolar, as tarefas que necessitam realizar, mas principalmente a relação com os saberes que ali constroem:

 

"A relação com o saber pode ser definida como uma relação com os processos (o ato de aprender), as situações de aprendizagem e os produtos (os saberes como competência adquirida e como objetos institucionais, culturais e sociais). Ela é a relação de sentido e relação de valor: o indivíduo valoriza ou desvaloriza os saberes em função do sentido que lhes confere. (CHARLOT, 1997). "

Neste ponto concorda Paulo Freire, o célebre educador brasileiro, ao afirmar que o aprendizado acontece de verdade quando o estudante é levado a compreender o que ocorre ao seu redor, a fazer suas próprias conexões e a construir um conhecimento que faça sentido para sua vida. Sua memorável frase: "A leitura do mundo precede a leitura da palavra" mostra a preocupação do autor com a leitura da realidade e com a busca dos sentidos para a escolarização:

meu papel no mundo não é só o de quem constata o que ocorre, mas também o de quem intervém como sujeito de ocorrências. Não sou apenas objeto da História mas seu sujeito igualmente. (FREIRE, 1996, p. 85)

Não duvidamos que a escola deva ser o ambiente privilegiado das aprendizagens. Não só como meio físico e social, mas como meio funcional, este espaço de intencionalidades didático-pedagógicas variadas potencializa o aprender favorecendo a vivência, a experimentação e o compartilhamento de saberes. Quando nos relacionamos, estabelecemos vínculos entre o que estava disperso, integrando-o em um novo contexto, atribuindo-lhe significado e encontrando um novo sentido que se faz acompanhar de emoções e sentimentos. 

Apoiados nas teorias de Lev Vigotski e Henri Wallon, acreditamos que o homem é um sujeito histórico e cultural. O pensamento dialético que marca a obra de Wallon aponta para a interdependência e reciprocidade do desenvolvimento do indivíduo intimamente imbricado com suas dimensões (movimento, afetividade e cognição). Importante psicólogo para a educação, Wallon defende que a afetividade é potencializadora da condição cognitiva do sujeito e que se manifesta na ação motora. Estudiosos brasileiros também corroboram com as teses deste autor ao defender que o imbricamento das dimensões da pessoa deve ser observado na relação de ensino-aprendizagem. Para Prandini: 

 

"A compreensão da integração de funções de todos os domínios no processo de aprendizagem nos conduz à percepção de que não há atividade exclusivamente cognoscente, ou de expressão de afetividade ou de trabalho do movimento. A aprendizagem de um conteúdo (...) se dá sobre uma base orgânica (ato motor); depende da motivação, da vontade da pessoa de aprender (cognição); mobiliza expectativas, ansiedade, medo (afetividade). Essas emoções e esses sentimentos expressam-se no corpo [e] são indicadores do que está se passando com o aluno ao aprender. (idem, 2004, p. 37)"  

 

Dessa forma, acreditamos que processos cognitivos e afetivos estão intrinsecamente associados e exercem influências recíprocas ao longo do desenvolvimento do ser humano. 

Os estudos de Lev Vigotski sobre aprendizagem decorrem da compreensão do homem como sujeito que se constitui dialeticamente na relação com o seu meio histórico. Simultaneamente essas influências alteram e modificam os sujeitos e os meios nos quais estão inseridos. Por conseguinte, na relação dialética com o Outro presente neste meio, o homem se constituirá. "Na ausência do outro, o homem não se constrói homem", escreveu o autor. 

Por sua vez, Henri Wallon considera que na articulação contínua e de influências com esse outro, o sujeito lutará para individualizar-se e reconhecer-se. No transcorrer de sua história, marcada pelos eventos de sua existência e na relação com os outros, vai se escrevendo, num processo de evolução, constituído por diferenciação, complementaridade ou oposição. Assim, a inserção da pessoa em determinado meio é base para a constituição do seu 'vir a ser'. 

Por esse processo constitutivo passa toda criança que encontra na escola um espaço social mais amplo e do qual também depende para se desenvolver plenamente. Para Wallon, a integração do biológico e do social é um dos pontos originais de sua psicologia. Sobre isso o autor assevera:

 

“Nunca pude dissociar o biológico do social, não por que os considerasse redutíveis um ao outro, mas porque me parecem tão estreitamente complementares no homem, desde o nascimento, que é impossível encarar a vida psíquica de outro modo que não seja sob a forma de suas relações recíprocas” (WALLON, 1968, p. 13-14)"

 

Socialmente constituída como um meio onde adultos e crianças, de histórias diferentes, construíram relações interindividuais e se afetam mutuamente, a escola é significativa para a constituição desses sujeitos.   Porém, não se trata de uma marca recebida passivamente. Sobre isso Wallon também afirma que "o hábito precede a escolha", ao considerar a relevância da experiência social para a construção de identidades. Mas a responsabilidade da educação assenta-se na defesa de que a escolha pessoal possa se impor àquilo que lhe é apresentado pelo meio e por suas condições originais, biológicas ou sociais.

Ao entendermos a educação como um sistema multidimensional, rejeitamos a visão dicotômica dos fenômenos e dos sujeitos e buscamos olhar para aquilo que é a essência do fenômeno, para que seja compreendido em sua totalidade. Parece-nos oportuna a afirmação de Vigotsky, extraída da obra A tragédia de Hamlet - O príncipe da Dinamarca, qual seja: “o que ocorre em cena é apenas uma parte da projeção e do reflexo de outros acontecimentos que se desenvolvem nos bastidores” (Vigotsky, 1999, p.4). 

Reiteramos, a partir desta citação, a importância de não nos contentarmos com a aparência dos fatos e que o pensamento analítico não pode se apropriar da realidade de forma imediata, ignorando o processo dialético entre as partes e o todo que a constitui. Para não adotarmos concepções naturalizantes do humano e do psicológico, o trabalho educativo demanda olhar para os sujeitos de forma integral e a considerar a multidimensionalidade dos fenômenos. 

Ensinar e aprender são processos sociais (inseridos em cada cultura, com normas, tradições e leis), mas também são processos profundamente íntimos e pessoais, mediados pelos sentidos e significados que marcam a subjetividade individual.

Estudos apoiados em Edgar Morin (2000) afirmam que vivemos tempos incertos e fluidos que exigem novas ferramentas intelectuais para melhor compreensão e transformação da realidade, que já não pode ser considerada como estável, homogênea e pré-determinada. E que a excessiva fragmentação e especialização do conhecimento tem nos levado a perder de vista as origens e as relações entre os fenômenos, eventos e processos, prejudicando a percepção de sua natureza, intrinsecamente, complexa. 

Frente a essa complexidade, urge pensarmos o currículo da escola de forma que deixe de ser uma lista de conteúdos acadêmicos, que muitas vezes faz sentido somente para a própria experiência escolar, e sim abranger um conjunto mais amplo de competências associadas ao desenvolvimento integral dos estudantes. 

Em publicação sobre como os currículos devem ser repensados para uma educação contemporânea, Penido (2018) aponta para a necessidade de novas práticas educativas: “(...) as reformas curriculares devem vir acompanhadas de revisões igualmente profundas sobre as práticas pedagógicas, materiais didáticos, ambientes escolares e sistemas de avaliação da aprendizagem. Foco no aluno, personalização, uso de tecnologias, metodologias ativas, aprendizagem mão na massa, mobilidade e flexibilidade de espaços dentro e fora da escola são algumas das tendências que dialogam com os currículos contemporâneos”.

Vemos nestas indicações que os processos escolares precisam ser repensados para que não valorizam somente os conteúdos factuais. Cada vez mais presente em nossas vidas, a Internet, móvel e acessível, oferece instantaneamente a informação que se busca. Interessa nesse contexto, favorecer que os estudantes construam um conjunto de competências que os possibilitem colocar em prática seus saberes para solucionar problemas reais e vitais para o melhor desenvolvimento e inscrição da pessoa do século XXI. A aprendizagem da ética do gênero humano é uma das tarefas fundamentais e urgentes de nosso tempo, incluindo a ética da justiça, da solidariedade, da paz, bem como a ética da compreensão, do cuidado e da compaixão. Novas competências pessoais pautadas na solidariedade, na amorosidade, na percepção dos processos de interdependência e na compreensão da multidimensionalidade humana, bem como no respeito às diferenças e no reconhecimento das desigualdades sociais apontam para a missão que assumimos coletivamente como escola filiada à UNESCO. 

Entender a complexidade do mundo e agir nele, demanda compromisso com a vida sustentável em nosso planeta e respeito à terra e à vida. Temáticas como sustentabilidade, biodiversidade, mudanças climáticas, cuidado com o planeta, com a produção de alimentos, com a preservação da fauna e da flora requerem um humanismo civilizatório em que o respeito à vida e à terra deva sempre prevalecer acima dos interesses humanos.

Diante de todos esses conceitos e visando uma formação integral, é fundamental que o educador atual torne a aprendizagem significativa para quem aprende, escolha as informações verdadeiramente importantes entre tantas possibilidades, identifique necessidades pedagógicas de seus estudantes, ofereça metodologias diferenciadas que oportunize sua participação ativa e lance mão de práticas e ferramentas que considerem a individualidade, num compromisso com a aprendizagem de todos os estudantes.

Por aprendizagem significativa entendemos o processo pelo qual um novo conhecimento se relaciona de maneira não arbitrária e substantiva (não literal) à estrutura cognitiva do nosso estudante. O conhecimento prévio serve de ponto de partida para a organização, compreensão e apropriação de novos conhecimentos. Isso significa que novos conceitos, ideias e proposições serão tão mais facilmente aprendidos quanto maiores forem os pontos de ancoragem estabelecidos pelos educadores aos conhecimentos pré-existentes. 

 

“O fator mais importante que influi na aprendizagem é aquilo que o aluno já sabe. Isto deve ser averiguado e o ensino deve depender desses dados.” AUSUBEL, NOVAK e HANESIAN (1983)

Nesse sentido, planejar o ensino a partir do que o estudante já sabe sobre o objeto em questão aumenta as possibilidades de se desenvolver uma aprendizagem significativa, marcada pelo sucesso do estudante em se apropriar desse conhecimento."

Base Nacional Comum Curricular (BNCC)

Diante da homologação de uma Base Nacional Comum Curricular (BNCC) que ratifica a necessidade de os currículos valorizarem competências e habilidades como importantes aprendizagens para o estudante, a legislação educacional do país aponta para uma reorganização dos sistemas educacionais no que tange currículos, conteúdos, metodologias, procedimentos e expectativas de aprendizagem. De acordo com os documentos oficiais, a BNCC explicita os direitos de aprendizagem de todos os alunos da Educação Infantil ao Ensino Médio.

A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) é um documento de caráter normativo que define o conjunto orgânico e progressivo de aprendizagens essenciais que todos os alunos devem desenvolver ao longo das etapas e modalidades da Educação Básica, de modo a que tenham assegurados seus direitos de aprendizagem e desenvolvimento, em conformidade com o que preceitua o Plano Nacional de Educação (PNE). (BNCC, 2017)

Ao longo da Educação Básica, as aprendizagens essenciais definidas na BNCC devem concorrer para assegurar aos estudantes o desenvolvimento de dez competências gerais, que consubstanciam, no âmbito pedagógico, os direitos de aprendizagem e desenvolvimento. Na BNCC, competência é definida como a mobilização de conhecimentos (conceitos e procedimentos), habilidades (práticas, cognitivas e socioemocionais), atitudes e valores para resolver demandas complexas da vida cotidiana, do pleno exercício da cidadania e do mundo do trabalho. 

As competências gerais da Base incluem, entre outros itens: valorizar e utilizar os conhecimentos historicamente construídos sobre os mundos físico, social e cultural para entender e explicar a realidade; exercitar a curiosidade intelectual; desenvolver o senso estético para valorizar e participar de diversas manifestações artísticas e culturais; utilizar tecnologias digitais de comunicação e informação de forma crítica; valorizar a diversidade de saberes e vivências culturais; exercitar a empatia, o diálogo, a resolução de conflitos e a cooperação. Além disso, há competências específicas para cada disciplina.

A seguir apresentamos um infográfico que ilustra as dez competências gerais da BNCC, apontadas como direitos de aprendizagem e desenvolvimento a todos os estudantes da educação básica:

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 O texto da BNCC para Educação Infantil e Ensino Fundamental,  foi ratificado pelo Conselho Estadual de Educação (CEE) de São Paulo (Resolução CEE 169/2019) em 6/8/2019, com a aprovação do Currículo Paulista, documento normativo que  representa um marco importante para a redução das desigualdades educacionais no Estado, uma vez que explicita as aprendizagens essenciais que todos os estudantes devem desenvolver. Segundo resolução, a implementação do Currículo Paulista para todas as redes deve ser garantida até o final de 2020. Todavia, o currículo de nossa escola já tem sido revisitado desde a homologação da BNCC pelo Conselho Nacional de Educação, em final de 2017. A todas as famílias, vale o conhecimento das bases norteadoras do Currículo Paulista, que é facilmente encontrado para consulta na Internet.

Muito embora haja prazos após as publicações para que escolas e sistemas realizão seus ajustes e adequações, desde o início de 2019, na Educação Infantil e no Ensino Fundamental do Colégio Magister a reorganização curricular, a escolha de materiais didáticos e paradidáticos, a verticalização das habilidades esperadas já tomavam como base o que vinha normatizado pela BNCC. 

No Ensino Médio a homologação da BNCC aconteceu em dezembro de 2018. Em conjunto com a Diretrizes Curriculares Nacionais para ao Ensino Médio - DCN, corroboram a chamada Reforma do Ensino Médio. Esse conjunto de mudanças designa que os currículos do Ensino Médio deverão ser compostos pela BNCC e por itinerários formativos.

Até o início de 2019, ainda pairavam muitas dúvidas e ressalvas quanto à organização do chamado Novo Ensino Médio. Ao longo de 2019 o Colégio Magister promoveu e participou de intensos estudos, debates, seminários e eventos especificamente destinados à análise e implementação do Novo Ensino Médio. Mesmo antes das diretrizes para oferta mínima de carga horária ao longo do Ensino Médio, o Colégio Magister já cumpria mais do que a carga horária de 3.000 horas anuais sugeridas para esse segmento. Com a ampliação de 4 aulas semanais na carga horária de 2020 na 1ª série do Ensino Médio, sua matriz curricular caminha no sentido da ampliação da carga horária do Ensino Médio. Diante da sugestão de que 40% dessa carga horária seja destinada aos itinerários formativos apontados nos referidos documentos, salvaguardando o princípio da autonomia de toda instituição de ensino, oferecemos aos alunos da 1ª e 2ª séries do Ensino Médio dois itinerários formativos integrados, nomeados de Mundo Natural (compreendendo os Itinerários na área de Ciências da Natureza e suas Tecnologias e Matemática e suas Tecnologias) e Mundo Social (compreendendo a  área de Linguagens e suas Tecnologias e Ciências Humanas e Sociais Aplicadas), além de disciplinas eletivas para a 1ª, 2ª e 3ª séries.

Ressalta-se que o desenho curricular se pauta pela análise da legislação e tem por referência o Guia de Implementação do Novo Ensino Médio divulgado pelo Ministério de Educação e disponível em seu site, considerando as habilidades da Formação Geral Básica e dos Itinerários formativos, de acordo com a BNCC.

Dessa forma, as premissas pedagógicas mais importantes da BNCC foram completamente incorporadas às salas de aula do Ensino Médio a partir do ano de 2020, considerando-se a autonomia e as premissas institucionais que, em última instância, pautam-se pela melhor e mais significativa aprendizagem de nossos alunos, considerando a função social dessa mesma aprendizagem para nossa comunidade. Informações mais completas sobre a aplicabilidade do Novo Ensino Médio no Colégio Magister encontram-se na seção do Ensino Médio deste documento. 

Assim sendo, na escola como um todo temos estabelecido continuamente formações de professores e discussões sobre as competências e habilidades apontadas na BNCC e Currículo Paulista, a fim de que nosso currículo esteja alinhado às mais modernas tendências educativas do mundo. 

Ao ratificar a necessidade de superação das desigualdades educacionais, o Currículo Paulista aponta para o foco na equidade, o que pressupõe reconhecer que as necessidades dos estudantes são diferentes. Por equidade entendemos o respeito e o apoio à diversidade e à singularidade dos estudantes. Apontamos aqui para a diversidade cultural, a socioeconômica, a étnico-racial, a de gênero e as socioculturais presentes na instituição, oferecendo respostas necessárias e viáveis àqueles que possuem condições especiais. Na escola como um todo estamos em processo constante de Educação continuada sobre as competências e habilidades apontadas na BNCC, assim como um currículo alinhado às mais modernas tendências educativas do mundo. 

À guisa de conclusão da apresentação das bases teóricas que norteiam a proposta pedagógica do Colégio Magister, defendemos que o trabalho dos educadores não se refere apenas a levar educação formal aos estudantes, tampouco eles veem a educação como transferência de conteúdos e informação, ou o conhecimento como apenas aquisição de informação, mas como a possibilidade de construir, com cada indivíduo, caminhos de aprendizagem que permitam alcançar o melhor de cada um, para uma sociedade mais sustentável. 

Coerente com os pressupostos teóricos aqui apresentados, o Colégio MAGISTER busca uma prática educativa que: 

  • reconheça que cada sujeito é um todo integrado de suas dimensões afetivas, cognitivas e motoras;

  • reconheça a importância do meio escola e da sala de aula como constitutivo e constituinte de cada um; 

  • que se comprometa com a aprendizagem de todos sem discriminar aqueles que precisam de outras possibilidades de ensino;

  • que reconheça que a formação integral extrapola o ensino de conteúdo, mas se compromete com a formação de procedimentos e atitudes éticas e cidadãs;

  • ofereça a estudantes e familiares o reconhecimento da função socializadora inerente à experiência escolar. 

Nosso compromisso com cada criança e jovem ao final de cada etapa será o produto do desenvolvimento de seus processos físicos e mentais, cognitivos e afetivos, internos e externos. Longe de compreender o processo educativo como linear e dicotômico, reconhecendo cada sujeito da relação escolar como histórico e cultural, marcado pela sua singularidade e subjetividade e constituído pelas tantas mediações de sua existência, entendemos a escolarização como a mais rica experiência social e individual. 

Para que todas as intenções apresentadas no projeto político pedagógico desta instituição se materializam em nosso dia a dia, assumimos coletivamente o compromisso que é externado na missão de nossa escola, aqui apresentada:

"Somos uma escola inovadora, comprometida com o valor das relações e a formação ampla dos indivíduos, para que cada um seja feliz em aprender e construa um mundo mais justo e melhor." (Missão do Colégio Magister)

O CONTEXTO DA PANDEMIA

O que diz a legislação

Durante o ano de 2020, os sistemas de ensino tiveram que se adequar diante das novas realidades impostas pelos protocolos de biossegurança. As determinações de interrupção das aulas presenciais, a autorização emergencial do uso do ensino remoto para cumprimento dos dias letivos daquele ano  demandou que o Conselho Estadual de Educação de São Paulo publicasse deliberações que normatizassem calendários, avaliações e toda a relação de ensino aprendizagem para o contexto. 

Para o ano de 2021, ainda submetidos às exigências de protocolos de biossegurança para a mitigação dos riscos de disseminação do vírus da Covid-19 nas escolas, faz-se necessário novas determinações oficiais que possam regular a operação das escolas. Diante disso, no dia 16/01/2021, foi publicado no Diário Oficial do Estado de São Paulo a DELIBERAÇÃO 195/2021 do Conselho Estadual de Educação (CEE), que fixou normas para a retomada tanto das atividades presenciais quanto das realizadas por meio remoto e para a organização dos calendários escolares para este ano letivo.

Importante que todos saibam que as escolas particulares são reguladas pela Secretaria Estadual de Educação e devem seguir as determinações do Conselho Estadual de Educação (CEE).

Dentre as determinações da Deliberação 195/2021, destacamos os artigos 6º, 7º, 8º e 14º, que dão conta que:

●  nos termos do art. 24, inciso VI, da LDB (Lei 9.394/1996), no Ensino Fundamental e Médio, será exigida a frequência mínima de 75% da carga horária anual; e na Pré-Escola sejam garantidas as condições para a frequência mínima de 60%;

●  os estudantes devem frequentar pelo menos 1/3 de atividades presenciais na escola;

●  alunos incluídos em grupos de risco poderão, mediante atestado médico, realizar seu processo de ensino/aprendizagem exclusivamente por meios remotos;

●  as aulas e demais atividades presenciais deverão ser retomadas gradualmente, observado o limite máximo de alunos estabelecido nos protocolos sanitários específicos para a área da educação, bem como os definidos para as áreas e fases indicadas no Plano São Paulo, de acordo com as seguintes proporções:

I - nas fases vermelha ou laranja, com presença limitada a até 35% do número de alunos matriculados;

II - na fase amarela, com presença limitada a até 70% do número de alunos matriculados;

III - na fase verde, admitida a presença de até 100% do número de alunos matriculados.

 

Vale ressaltar que além das determinações advindas do CEE, as escolas devem observar o que diz a Prefeitura de São Paulo, que tem a prerrogativa de determinar regras para o funcionamento de estabelecimentos da cidade no que diz respeito ás escolas, a Prefeitura de São Paulo poderá determinar a suspensão de aulas presenciais sempre que precisar reduzir a mobilidade de pessoas na cidade. Para fazer frente às necessidades educacionais enquanto estivermos vivenciando a pandemia do COVID-19, o ensino remoto continua autorizado como cumprimento dos dias letivos no ano escolar de 2021. O Ministério da Educação homologou uma decisão do Conselho Nacional de Educação (CNE) em dezembro de 2020 (PARECER CNE 19/2020) e permitiu que as aulas remotas durem até o fim do estado de calamidade pública. Para fins de escrituração, todas as atividades realizadas por meio remoto serão devidamente registradas nos diários de classe e apresentadas aos órgãos competentes. Todas essas determinações oficiais regulam o funcionamento da escola. Nossa comunidade vem sendo continuamente comunicada sobre os procedimentos para a retomada gradual e segura das aulas presenciais. 

O Ensino Remoto e a educação híbrida

Diante da necessidade do fechamento das escolas e a suspensão das aulas presenciais em março de 2020, num esforço para mitigar os efeitos da transmissão do vírus da COVID-19, o Conselho Estadual de Educação de São Paulo, publicou em 19 de março de 2020 a Deliberação 177 que fixava normas quanto à reorganização dos calendários escolares e uso de atividades não presenciais para a oferta de ensino em São Paulo.

O ensino remoto passou a ser a possibilidade de continuidade do processo de ensino aprendizagem,  a garantia da função social da escola e o direito dos estudantes ao acesso à cultura. Todavia, apoiados em pesquisas e fundamentação teórica sobre Ensino a Distância, nos posicionamos sobre como entendemos que deveria ser o modelo de ensino remoto para estudantes da Educação Básica, considerando a excepcionalidade do momento, o caráter emergencial para a oferta do ensino remoto, as diferenças de cada faixa etária e segmento de ensino e o grau de autonomia dos estudantes.

 

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O ensino remoto, para fazer frente à urgência do contexto, tampouco poderia seguir  somente o horário de aula antes determinado, e propor que os alunos acompanhassem as aulas transmitidas pelo professor, imaginando ser possível reproduzir, na casa de cada um, o ambiente coletivo da sala de aula.

Tomamos por base alguns pressupostos para estabelecer nossa escolha: o número de horas recomendado de conectividade de estudantes à tela; o recurso tecnológico que emoldura o olhar e limita o movimento, emite luz e radiação intermitentes; o nível atencional de um estudante na Educação Básica para uma rotina de aprendizagem exclusivamente virtual; a dificuldade de intervenção do professor na dúvida do aluno; e a necessidade de manter seu interesse pelo conhecimento escolar durante todo o tempo. 

Dessa forma, entendemos que foi coerente a adoção, paralelamente, de ações síncronas e assíncronas, regulando os tempos de conectividade e de execução de atividades pelos estudantes e o tempo de planejamento pelos docentes. Ficou evidente ao longo do ano de 2020 que a simples tentativa de transposição dos tempos e práticas presenciais por meio de “lives”, com o único fim de se cumprir as horas que se previa na rotina escolar, não significaria qualidade na aprendizagem pelos alunos nem mais quantidade de trabalho aos docentes. Ao contrário, essa transposição direta poderia afastar o aluno da aprendizagem em razão da fadiga à exposição e, com isso, ao isolamento social ainda mais penoso. Foi necessário, portanto, diversificar práticas e promover a integração de momentos síncronos (ao vivo) e assíncronos (atividades prévias), em doses possíveis para que os alunos se mantivessem conectados ao currículo.

De fato, foi um grande desafio transformar uma experiência concebida secularmente para ser presencial para uma nova experiência cem por cento remota. Nos valemos de princípios relevantes da EAD e a transposição de algumas características necessárias do Ensino presencial, ainda que remotamente, buscando a maior eficácia possível e a manutenção de aprendizagens significativas para a conquista dos objetivos previamente traçados.

Aprendemos muito com o contexto do Ensino remoto e o legado da aprendizagem em diversos espaços e tempos nos mostra o potencial da Educação Híbrida. Extrapolando a aplicação de atividades virtuais para os estudantes que, por recomendação médica, permaneceram em ensino remoto, o cenário para este ano aponta para a continuidade da Educação Híbrida.

Falar em educação híbrida significa partir do pressuposto de que não há uma única forma de aprender e, consequentemente, não há uma única forma de ensinar. Podemos aprender sozinhos, com os pares ou por meio de tecnologias digitais, mediados sempre por todos os recursos da cultura em que estamos inseridos. Estudos apontam que o uso inteligente das tecnologias digitais na educação é aquele que tenta provocar mudanças na abordagem didática, muito mais do que colaborar com o processo de transmissão de conhecimento.

O ensino híbrido tem o significado na educação de "misturado", pois se apoia tanto na "sala de aula física" em complementaridade com o "ambiente online". Portanto, a Educação híbrida vale-se de uma grande variedade de recursos tecnológicos para etapas remotas, sempre em complementação às atividades presenciais. Conforme afirma Maria Inês Fini em entrevista recente, não se iguala o conceito de educação híbrida com o ensino remoto ou ensino a distância. EAD tem legislação própria para ser aplicada no ensino superior onde se pressupõe autonomia cognitiva e de autogestão da aprendizagem total por parte dos alunos. A educação híbrida pressupõe um projeto pedagógico que integra ensino e aprendizagens presenciais às remotas de tal maneira que as diferentes etapas não se substituem, mas se complementam. 

 

Viver em uma sociedade conectada, em que o volume de informações trocadas desafia a aprendizagem, requer intencionalidade pedagógica e organização. O ensino híbrido favorece a troca e a análise de informações que sustentam a aprendizagem. A trajetória desenvolvida pelo estudante é individual e deve ser respeitada. A chegada das plataformas de ensino adaptativo com roteiros de estudo auxilia na organização dos estudos e possibilitam a retomada de conceitos e o aprofundamento dos conteúdos. Dentro da perspectiva do ensino híbrido, uma das estratégias é a sala de aula invertida, em que o aluno, a partir dos recursos disponibilizados pelo professor ou pesquisados pelo próprio aluno, tem contato com a teoria antes da abordagem do professor, assim durante aula, o papel do professor e do aluno tomam outra dimensão em discussões mais aprofundadas e significativas.

Esse tipo de abordagem propõe uma reestruturação no modelo tradicional de ensino, mesclando o presencial e online, isto é, um processo de hibridagem. Nele, o estudante não se restringe à absorção de novos conceitos apenas em aulas expositivas, mas também desenvolve projetos e pesquisas sobre os conteúdos ministrados, de forma mais autônoma. Ele pode utilizar de ferramentas virtuais para maximizar os estudos e desenvolver novas habilidades no momento e no lugar que desejar, assim como na quantidade de temas que preferir. Aliado a esse processo, há o uso do material físico (como livros e apostilas) e, principalmente, a interação com o professor e os colegas por meio da qual se cria um espaço para debater ideias, sanar dúvidas e construir conhecimento integrado à tecnologia.

Pesquisas têm indicado que a estrutura e os recursos das salas de aula consideradas “tradicionais” não oferecem muita oportunidade para uma personalização da aprendizagem, enquanto que as tecnologias digitais, quando utilizadas de forma integrada, possibilitam formas de ensino que estão muito melhor adaptadas à forma como os estudantes aprendem (Unesco, 2014).

O Ensino Híbrido funciona como um meio para tornar a experiência de cada estudante diferenciada, personalizando a aprendizagem, incrementando o currículo escolar e fornecendo uma abordagem muito mais completa e integrada do conteúdo escolar com um objetivo: estimular o aluno por meio de uma atenção mais personalizada e uma rotina mais dinâmica no aprendizado.

Nesse sentido a escola utiliza as plataformas de ensino personalizado e adaptativo Geekie One e Geekie Lab e a plataforma Google for Education, aliadas a conteúdos focados em resultados e práticas que potencializam o desenvolvimento da autonomia, contribuem com os demais recursos digitais oferecidos e inseridos nas práticas docentes da escola, da mesma forma que colocam o foco no desenvolvimento de habilidades e competências, promovendo nos alunos a capacidade de resolver problemas e o desenvolvimento do pensamento crítico.  Para isso, a escola vem investindo em recursos tecnológicos nas salas de aula e tecnologia móvel, para que professores e estudantes não só possam ter acesso a mais conteúdos ou acessá-los por meio de outras linguagens, mas também que possam interagir com esses conteúdos de forma que a aprendizagem seja mais significativa.

A Educação remota a ser utilizada em 2021

Adentrando ao ano de 2021, novos estudos se seguirão para novas soluções que se propõem a continuar oferecendo o ensino remoto para os casos de alunos que não puderem frequentar a escola presencialmente. De acordo com a DELIBERAÇÃO 195/2021 do CEE, a partir do momento em que a cidade de São Paulo estiver na fase amarela do Plano São Paulo, a frequência dos estudantes passa a ser obrigatória (ressalvado os casos de alunos de Grupo de Risco com atestado médico), respeitando o art. 24, inciso VI, da LDB (Lei 9.394/1996), que diz que no Ensino Fundamental e Médio, será exigida a frequência mínima de 75% da carga horária anual; e para que na Pré-Escola sejam garantidas para os estudantes as condições para a frequência mínima de 60%.

Para a retomada gradual das aulas respeitamos as determinações da Prefeitura e da Secretaria Municipal de Saúde quanto ao funcionamento e limite diário de estudantes na escola. Ao longo do tempo, as famílias foram amplamente informadas por meio dos canais de comunicação da escola, dos procedimentos referente aos rodízios de alunos e os protocolos de biossegurança para a retomada segura das aulas. 

Neste cenário de retomada gradual no início do ano letivo, e sempre que necessário, as aulas serão transmitidas simultaneamente pelos professores com a utilização dos Chromebooks e aplicativo de videoconferência (Google Meet), ou poderão ser direcionadas aos alunos não presentes por meio de atividades assíncronas.

Apresentação de conteúdo educacional de forma assíncrona: 

  • Postagem no ambiente virtual (Google Sala de Aula ou Google Sites, a depender do segmento), em um dos dias de aula relativos à grade de horário escolar, de orientações para a leitura de capítulos, trechos ou páginas do material didático específico da disciplina, vídeos com explicação dos conceitos fundamentais  de acordo com o planejamento do professor.

  • Sugestão de links com textos, simulações, jogos online ou outras video aulas sobre o mesmo objeto de conhecimento.

  • Realização de exercícios propostos e atividades, conceituais ou lúdicas, a depender do segmento.

  • Registro no ambiente virtual das dúvidas constituídas no estudo para resposta do professor. É normal ter dúvidas! É sinal de aprendizagem! As dúvidas serão sanadas por meio do ambiente virtual, dentro do horário de trabalho do professor.

 

A Educação Emocional 

Por mais que as redes de educação públicas e particulares tivessem se desdobrado para buscar formas de levar o conhecimento aos estudantes e mantê-los conectados à aprendizagem durante a suspensão das aulas presenciais, impossível substituir o papel da escola diante das relações afetivo-sociais que ela proporciona e seu potencial constitutivo das identidades dos sujeitos que dela fazem parte. 

Muito mais do que somente transmitir o conhecimento estruturado pela humanidade, a escola é local de aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a conviver e aprender a ser (DELORS, 1996). É lugar, portanto, onde as relações entre as pessoas acontecem, onde aprendemos a dialogar com aquele que é diferente, onde aprendemos a transformar conflitos em acordos, onde colocamos à prova nossos valores e temos a oportunidade de experimentar nossa humanidade. 

Todas essas possibilidades dependem da experiência concreta do espaço escolar e a ausência dele na vida de crianças, jovens e adultos foi alertada por especialistas da Psicologia Escolar como desencadeador de inúmeros distúrbios como ansiedade, medo, depressão, solidão, inquietação, alterações na rotina de sono e alimentação. Além da elevação dos riscos de abandono e evasão escolar, o próprio contexto da pandemia, com suas incertezas, perdas e isolamento social, e as implicações econômicas e sociais, contribuem para o aumento dos níveis de estresse em estudantes e educadores. 

Nesse sentido, a Nota Técnica do mês de maio do Todos pela Educação (2020), aponta para o impacto emocional da pandemia em estudantes e profissionais da Educação e reforça as indicações da  OCDE, ONU, e Unesco sobre a necessidade de atenção especial à saúde mental desses sujeitos como resposta educacional à pandemia da Covid-19. 

Esta mesma nota técnica ressalta a importância do suporte psicológico aos educadores durante e após a crise, uma vez que, além de serem também impactados, precisarão atuar na minimização dos efeitos sentidos pelos alunos. 

Apoiados em pressupostos da Psicologia Sócio-histórica e na psicogenética de Henri Wallon, acreditamos fortemente que os sujeitos são constituídos pelos meios e grupos em que estão inseridos, assim como o coletivo desses sujeitos constituem os meios mutuamente. Podemos pensar nos meios mais amplos (contexto atual) e nos meios locais (as relações estabelecidas na escola) para considerarmos as práticas formativas que ampliem a consciência dos educadores e os fortaleçam para o enfrentamento da realidade pós pandemia do coronavírus. 

A partir da experiência conjunta da Psicologia e da Educação, passando pela mobilização da Gestão Escolar, realizamos em 2020 o trabalho de fortalecimento do coletivo colaborativo de nossa escola e cuidamos inicialmente de quem faz a escola: coordenadores pedagógicos, professores e todos os demais colaboradores. "A intenção foi de cuidar de quem cuida, ou seja, cuidar de quem vai promover o processo de acolhimento”, justifica Katia Martinho, diretora pedagógica do Colégio Magister. 

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Sob a orientação de uma assessoria em Psicologia Escolar, o projeto de formação em Educação Emocional do Colégio Magister fortaleceu sócio emocionalmente o coletivo dos educadores por meio da organização da potência de atuação de cada um na promoção de um contexto de acolhimento a adultos e crianças. 

A reflexão orientada por obras de artes proporcionou que sentidos e significados pudessem ser compartilhados e coletivamente reorganizados. Por meio de pinturas de diferentes épocas e movimentos artísticos, músicas, textos, fotografias, filmes e documentários, a sensibilidade foi sendo aflorada e a escuta favorecida. A Arte foi promotora da ressignificação das emoções e abriu espaço para que as pessoas falassem de si, de suas emoções, frustrações, projeções e expectativas, sem se colocarem em primeira pessoa. 

Com isso, o grupo foi sendo fortalecido para acolher as diferentes experiências, pensamentos e sentimentos vividos durante o isolamento social e a pandemia e pôde experimentar a organização das suas emoções no sentido da promoção de um coletivo colaborativo potente para transformar a realidade inicialmente carregada de inquietações em uma dimensão mais acolhedora e favorecedora do desenvolvimento humano, diante do aprimoramento das relações no e pelo coletivo. 

O investimento na formação em serviço da equipe se mostrou muito eficiente, pois corresponsabilizou  o coletivo dos atores escolares e produziu um conhecimento que permaneceu na escola. 

Esta foi a principal defesa para que o trabalho com a especialista em Psicologia se centrasse na formação da equipe e não diretamente no atendimento aos estudantes. Entendemos que o espaço da escola não se coaduna com o espaço terapêutico da Psicologia. Por essa razão, escolhemos como foco deste trabalho o processo de desenvolvimento das emoções do coletivo, em íntima relação com a aprendizagem, e seu papel na constituição de novas formas dos sujeitos pensarem, sentirem e agirem. 

Os professores ocupam papel essencial nesta reorganização dos estudantes na volta à escola, necessitando que estejam em boas condições pessoais e emocionais para exercê-lo e se sintam mais potentes e amparados para acessar seus alunos e produzirem um novo contexto de aprendizagem. 

Esse mesmo potencial formativo foi levado às famílias da escola. Encontros virtuais com os pais, também oportunizando momentos para falarem de suas emoções, apoiaram a organização dos sentimentos de todos e buscou suporte e entendimento sobre as experiências vividas e em que momento cada um estava para esta retomada. Para esta retomada, foi fundamental investir na proximidade com as famílias e ressignificar essa relação. 

Entendemos que a função social da escola é cuidar das aprendizagens dos estudantes, mas ao considerarmos as emoções como importante lastro para as aprendizagens, o acolhimento emocional aos alunos entra como a primeira preocupação dos educadores neste retorno às aulas presenciais. 

Rodas de conversa, escuta mais individualizada realizada por Professores Tutores, assembleias de classe promovendo a reflexão coletiva, incentivo à expressão artística e corporal, com jogos e danças, são algumas das estratégias que utilizamos para dar luz e entendimento às emoções pelas quais todos passamos. Com a oportunidade de falarmos sobre o que vivemos, esperamos e sentimos, podemos reorganizar nossas emoções a partir da atribuição de novos sentidos e significados às experiências, agora compartilhadas e ressignificadas. 

Aqui entra o valor do coletivo colaborativo que, além de minimizar os impactos do período da pandemia nos alunos, pode, de forma sustentada e perene, favorecer o desenvolvimento das chamadas “competências socioemocionais”, tais como a resiliência, a adaptabilidade, a confiança e a tolerância ao estresse e à frustração, preconizadas também de forma transversal na BNCC (as 10 competências gerais da BNCC). 

Clique aqui para ler sobre o Protocolo de Biossegurança

 

Magister International Program: formação básica internacional 

A internacionalização do currículo escolar está se tornando cada vez mais uma tendência mundial. Os alunos que frequentam um programa internacional ampliam seu repertório e horizontes, de maneira que a interação com diferentes conteúdos, linguagens, culturas e línguas propicie a este estudante ser protagonista, construir conhecimentos fundamentais e dispor das ferramentas necessárias para os desafios de um mundo globalizado.

A internacionalização do currículo escolar é uma tendência global e fazer parte de uma escola cujos estudantes são elevados à categoria de alunos internacionais certamente abre um universo de possibilidades para o futuro acadêmico e profissional desses jovens.  

Pensar a formação de nossas crianças para viverem as demandas de um mundo que está em acelerada mudança é fazer o exercício de pensar qual formação será necessária 10 ou 15 anos à frente. Apesar de parecer uma tarefa difícil, sabemos hoje que esses jovens, além de concluírem a escolaridade com uma bagagem diversificada (capacidade para trabalhar colaborativamente, solucionar problemas complexos e manusear as tecnologias de forma competente), deverão transitar fluentemente por diferentes culturas. Afinal, uma inexorável certeza é a de que as fronteiras entre as nações estão cada vez mais tênues e as relações internacionais são uma realidade cada vez mais presente. 

A opção do Colégio Magister por uma Educação Internacional, como perspectiva multiculturalista do currículo, visa proporcionar a inserção de nossos alunos em um mundo globalizado. 

Por meio de convênio firmado com uma instituição de ensino americana que reconheceu o currículo da escola, o aluno amplia o seu repertório acadêmico e desenvolve as habilidades e competências necessárias ao século XXI. Trata-se da valorização do conhecimento, não como fim e sim como meio, pois o que se espera do profissional do futuro vai muito além do conteúdo. 

Nossas intenções pedagógicas estão pautadas por práticas que valorizam a dignidade, a justiça, a cidadania e a diversidade cultural. Reconhecemos que não há cultura inferior ou superior, melhor ou pior; existem culturas diferentes, singulares e, ao mesmo tempo, complexas, necessárias para a consolidação de nossa própria identidade cultural e, de acordo com as diretrizes da UNESCO, para a construção de uma cultura de paz.

Este projeto pedagógico organiza um planejamento que integra os dois idiomas (português e inglês) para atender às necessidades dos alunos na compreensão do mundo e na inserção na comunidade global. Temos como objetivo não apenas que os alunos obtenham a proficiência necessária para utilizar ambas as línguas adequadamente em contextos formais e informais, mas que também desenvolvam a compreensão e apreciação pela cultura do grupo associado à segunda língua, ao mesmo tempo em que valorizam a cultura da língua materna.

Por essa razão, tem sido nossa opção oferecer a Educação Infantil bilíngue (Kindergarten) em igual dimensão entre os idiomas português e inglês. É essencial que preservemos na infância de nossas crianças a vivência da cultura brasileira, do folclore, das cantigas e das parlendas que marcam nossa brasilidade, assim como vivenciar aspectos da cultura internacional, os marcadores folclóricos, as datas comemorativas, os nursery rhymes, etc, que também os inseriram nos aspectos das outras culturas. 

O Ensino Internacional é oferecido em nossa escola no Ensino Fundamental e no Ensino Médio (Elementary, Middle e High School).  Por meio de uma parceria com um sistema de ensino americano, nosso currículo foi avaliado e validado conforme as exigências americanas. Os alunos que frequentam o Programa Internacional cursam uma disciplina que é ministrada no sistema de ensino oficial americano. Produção textual e competência leitora de um nativo americano, leituras autênticas, estratégias de ensino de uma pedagogia internacional (blended learning e metodologias ativas), fazem parte do plano de ensino do programa.  Além disso o uso da plataforma digital que compõe o material promove a autonomia e aproxima os estudantes da vivência de um aluno internacional.

No Elementary e no Middle School (1st Grade ao 8th Grade), que abrange as séries do 1° ao 8º ano do Ensino Fundamental, a proposta é de uma educação que contempla o desenvolvimento cognitivo, físico, afetivo, social, ético e estético, tendo em vista uma formação ampla. Os planos de ensino dessa etapa contemplam as áreas de Literatura, Gramática, Produção textual e Linguagem Oral em segunda língua, conforme as expectativas de aprendizagem propostas neste documento.

Diferente de aulas de inglês em escolas regulares ou escolas de idiomas, a criança aprende o inglês como se aprende a primeira língua, onde o foco não é o ensino da gramática, mas o uso da língua de forma natural, em situações reais e significativas. Essa abordagem foca no ensino de conteúdos por meio da língua inglesa e é interdisciplinar, integrando essas áreas de conhecimento. O programa do Elementary e do Middle School contempla em sua dinâmica, aulas de Language Arts (Linguagem oral e escrita) e conteúdo de Social Studies, utilizando-se da abordagem CLIL (Content Language Integrated Learning) e outras abordagens específicas como Word Study, Workshops de Escrita e Leitura e STEAM (Science, Technology, Engineering, Arts and Math)

No High School (correspondente do 9º ano do Ensino Fundamental à 3ª série do Ensino Médio) os jovens frequentam disciplinas (créditos) do currículo americano, orientados por um professor de língua inglesa. Sem qualquer perda de conteúdo pedagógico do currículo nacional, enquanto cursam o currículo brasileiro, os jovens fazem o High School, por meio da parceria com a instituição americana e tendo créditos específicos para cada Grade, sendo que somente ao concluir todos os créditos estão aptos para receber o Diploma Americano.

Ao final do curso, portanto, conquistam dois diplomas - o americano e o brasileiro - e, consequentemente, a valorização do seu currículo escolar e ainda mais facilidade de ingressar no Ensino Superior em outros países. Os créditos são oficiais, válidos não apenas para o enriquecimento do currículo no Brasil, mas também como cursos reconhecidos internacionalmente. Este é mais um passaporte para a vida acadêmica e profissional desses estudantes, que tenham a possibilidade de dar prosseguimento em seus estudos internacionalmente, quer se encaminhem para estudos acadêmicos nacionais. 

Os cursos estão assim divididos e dispõem da referida carga horária:

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Uma escola filiada à UNESCO 

Desde 2008 o Colégio Magister integra o seleto grupo da Rede PEA-UNESCO. Ser uma escola associada representa estar alinhada aos pressupostos educacionais propostos pela Organização das Nações Unidas, que orientam para o trabalho da cultura de paz, pela educação para o desenvolvimento sustentável, pelos direitos humanos, pela aprendizagem intercultural e pelas inovações pedagógicas que qualifiquem continuamente o processo de ensino-aprendizagem.  

Diz ainda sobre compromissos com a sustentabilidade mundial que estão descritos no documento “Transformando o Nosso Mundo: A Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável” (A/70/L.1).

A Agenda 2030 é um plano de ação para as pessoas, o planeta e a prosperidade, que busca fortalecer a paz universal. O plano indica 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, os ODS, e 169 metas, para erradicar a pobreza e promover vida digna para todos, dentro dos limites do planeta. São objetivos e metas claras, para que todos os países adotem de acordo com suas próprias prioridades e atuem no espírito de uma parceria global que orienta as escolhas necessárias para melhorar a vida das pessoas, agora e no futuro.

Ao nos posicionarmos como escola filiada à Rede PEA-UNESCO, assumimos o compromisso de promover uma educação de crianças e jovens alinhada às mais importantes preocupações para a sustentabilidade mundial e que serão conteúdos essenciais para o futuro da humanidade. 

A Agenda 2030: Um plano de ação global para um 2030 sustentável

O documento adotado na Assembleia Geral da ONU em 2015, “Transformando Nosso Mundo: a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável”, é um guia para as ações da comunidade internacional nos próximos anos. E é também um plano de ação para todas as pessoas e o planeta que foi coletivamente criado para colocar o mundo em um caminho mais sustentável e resiliente até 2030.

A Agenda 2030 consiste em uma Declaração, em um quadro de resultados - os 17 ODS e suas 169 metas -, em uma seção sobre meios de implementação e de parcerias globais, bem como de um roteiro para acompanhamento e revisão. Os ODS são o núcleo da Agenda e deverão ser alcançados até o ano 2030.

Os 17 Objetivos são integrados e indivisíveis, e mesclam, de forma equilibrada, as três dimensões do desenvolvimento sustentável: a econômica, a social e a ambiental. São como uma lista de tarefas a serem cumpridas pelos governos, a sociedade civil, o setor privado e todos cidadãos na jornada coletiva para um 2030 sustentável. Nos próximos anos de implementação da Agenda 2030, os ODS e suas metas irão estimular e apoiar ações em áreas de importância crucial para a humanidade: Pessoas, Planeta,Prosperidade, Paz e Parcerias.

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A cada ano as escolas filiadas recebem sugestões de temas que chamamos de Anos Internacionais e que possam fazer parte de projetos e ações nas escolas e que tentam buscar um alinhamento mundial a preocupações que devem orientar a formação do cidadão do século XXI. 

Além de congregarmos as preocupações com os 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, o ano de 2021 traz vários temáticas como Anos Internacionais, a saber:  

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Ano internacional da economia criativa para o desenvolvimento sustentável:

Não à toa, a ONU declarou 2021 como “Ano Internacional da Economia Criativa para o Desenvolvimento Sustentável”. Segundo a organização, nos últimos 15 anos, o setor foi um dos que obteve crescimento mais rápido da economia mundial em função de seu poder transformador de geração de renda, empregos e exportações.

Em tempos de crise, é natural que novos modelos de negócios orientados pela criatividade e inovação se destaquem ainda mais. “Se bem nutrida, a economia criativa pode ser uma fonte de transformação econômica estrutural, progresso socioeconômico, criação de empregos e inovação. Ao mesmo tempo, contribui para a inclusão social e o desenvolvimento humano sustentável”, diz o relatório da organização sobre a economia criativa.

Com a urgência de se promover um crescimento econômico sustentável e inclusivo potencializada pelo coronavírus, a tendência é que mesmo com os impactos negativos da pandemia de COVID-19, o setor siga se reinventando e ganhando ainda mais valor agregado. Neste momento de flexão da economia, com expectativa de retomada do mercado de trabalho aos poucos, a criatividade se fortalece como um caminho para diversificação da produção econômica mundial e o mercado está bastante otimista.

Ano Internacional para Eliminação do Trabalho Infantil:

A Assembleia Geral da ONU declarou 2021 como o Ano Internacional para a Eliminação do Trabalho Infantil. Na Resolução adotada em julho de 2019, foi destacada a importância das Convenções Internacionais da OIT sobre a idade mínima para o trabalho e sobre as piores formas de trabalho infantil, reafirmado o compromisso de os Estados Membros adotarem medidas imediatas e eficazes para proibir e eliminar as piores formas de trabalho infantil e erradicar todas as formas de exploração do trabalho infantil até 2025, conforme previsto na meta 8.7 do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 da ONU,  da qual o Brasil é signatário.

O objetivo é encorajar ações legislativas e práticas para eliminar o problema em todo o mundo. Cerca de 10% das crianças são vítimas da prática.

O Ano Internacional foi adotado, por unanimidade, pela Resolução da Assembleia Geral em 2019. Com isso, a OIT quer instar os governos a fazerem o que seja necessário para atingir a meta 8.7 do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável. 

Os países devem tomar medidas imediatas para erradicar a prática de crianças no trabalho, acabar como formas análogas à escravidão ou formas de escravidão moderna e o tráfico humano. 

Além disso, os governos devem proibir o recrutamento de crianças-soldado e até 2025 acabar com todas as formas de trabalho infantil. 

O Ano Internacional quer reunir ações contra a prática até dezembro. O prazo para submeter as promessas de ação dos governos é 30 de março. O progresso será documentado em blogs, vídeos e material de áudio.

O trabalho infantil é uma grave violação de direitos humanos, que impede o desenvolvimento pleno, sadio e integral de todas as crianças e jovens. A partir dos 16 anos, adolescentes podem trabalhar apenas de forma protegida, sendo que entre 14 e 16 anos só na condição de aprendiz. Para pessoas com idade inferior a 14 anos é proibido qualquer tipo de trabalho. 

Ano Internacional da Paz e confiança:

Reafirmando a Carta das Nações Unidas e seus propósitos e princípios, e especialmente o compromisso de solucionar controvérsias por meios pacíficos e a determinação de salvar as gerações seguintes do flagelo da guerra;

Reconhecendo o importante papel das Nações Unidas no desenvolvimento de relações amigáveis ​​entre as nações;

Reconhecendo que a abordagem do multilateralismo e da diplomacia poderia reforçar o avanço dos três pilares das Nações Unidas, sendo eles, desenvolvimento sustentável, paz e segurança e direitos humanos, que estão interligados e se reforçam mutuamente, observando os respectivos mandatos e a Carta;

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Reconhecendo a importância da Declaração e do Programa de Ação para uma Cultura de Paz, 1 que servem como mandato universal para a comunidade internacional, particularmente o sistema das Nações Unidas, para a promoção de uma cultura de paz e não violência que beneficie a humanidade, em particular as gerações futuras,

Reconhecendo também a necessidade urgente de promover e fortalecer a diplomacia preventiva, por meio do multilateralismo e do diálogo político e do importante papel das Nações Unidas a esse respeito.

Ano Internacional das Frutas e Vegetais:

O Ano Internacional das Frutas e Vegetais 2021 é uma oportunidade única para aumentar a conscientização sobre o importante papel das frutas e vegetais na nutrição humana, na segurança alimentar e na promoção da saúde, além de oportunizar a toda comunidade mundial a realização de ações que reforcem o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, com um apelo para a promoção de alimentos saudáveis e sustentáveis produzidos a partir da inovação e do uso da tecnologia no campo, e para reduzir a perda e o desperdício de alimentos no mundo.

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Pretende-se também: 

  • aumentar a conscientização e direcionar a atenção para os benefícios nutricionais e de saúde do consumo de frutas e vegetais;

  • promover dietas e estilos de vida diversificados, equilibrados e saudáveis por meio do consumo de frutas e vegetais, reduzindo perdas e desperdícios em sistemas alimentares de frutas e vegetais, e compartilhando práticas recomendadas pela:

✔ Promoção do consumo e produção sustentável de frutas e vegetais que contribuem para sistemas alimentares sustentáveis;

✔ maior sustentabilidade de armazenamento, transporte, comércio, processamento, transformação, varejo, redução de resíduos e reciclagem, bem como as interações entre esses processos;

✔ integração de pequenos proprietários, incluindo agricultores familiares, na produção local, regional e global, cadeias de valor / fornecimento para a produção e consumo sustentáveis de frutas e vegetais, reconhecendo as contribuições de frutas e vegetais, incluindo variedades tradicionais e exóticas, reconhecendo o valor da contribuição dos agricultores para sua segurança alimentar, nutrição, meios de subsistência e rendimentos de grande parte da população;

✔ fortalecimento da capacidade de todos os países, especialmente os países em desenvolvimento, para adotar abordagens e tecnologias inovadoras no combate à perda e ao desperdício de frutas e vegetais.

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Década da Ciência Oceânica para o Desenvolvimento Sustentável:

No dia 5 de dezembro de 2017, as Nações Unidas declararam que a Década da Ciência Oceânica para o Desenvolvimento Sustentável seria realizada de 2021 a 2030. Essa Década construirá uma estrutura comum para garantir que a ciência oceânica possa apoiar plenamente os países na implementação da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável.

A Década proporcionará uma oportunidade única para se criar um novo alicerce, por meio da interface ciência política, para fortalecer a gestão dos nossos oceanos e zonas costeiras em benefício da humanidade.

A Década fortalecerá a cooperação internacional necessária para desenvolver pesquisas científicas e tecnologias inovadoras que sejam capazes de conectar a ciência oceânica com as necessidades da sociedade. 

Contribuirá também para os processos da ONU que protegem o oceano e seus recursos, como as Metas de Aichi para a Biodiversidade, o Caminho de Samoa, a Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar e o Marco de Sendai para a Redução do Risco de Desastres.

A Década exigirá o envolvimento de diversas partes interessadas para criar novas ideias, soluções, parcerias e aplicações, tais como: cientistas, governos, acadêmicos, formuladores de políticas, empresas, indústria e sociedade civil.

A Comissão Oceanográfica Intergovernamental (COI) da UNESCO foi encarregada pela Assembleia Geral da ONU para trabalhar com todas as partes interessadas para delinear uma Década da Ciência Oceânica que nos ajudará a obter o oceano que precisamos para o futuro que queremos.

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Década da Restauração de ecossistemas:

A degradação dos ecossistemas terrestres e marinhos compromete o bem-estar de 3,2 bilhões de pessoas em todo o planeta, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU). Se até um ano atrás nós falávamos em conservação, os últimos acontecimentos, como os incêndios no Pantanal, nos mostram que se não agirmos rápido e buscarmos formas de recuperar a natureza, dificilmente conseguiremos deixar um bom legado para as futuras gerações. 

Por essa razão, a Assembleia Geral das Nações Unidas declarou que o período de 2021-2030 será a “Década da Restauração de Ecossistemas”, que tem como principal objetivo aumentar os esforços para restaurar ecossistemas degradados, criando medidas eficientes para combater a crise climática, alimentar, hídrica e da perda de biodiversidade.

Educação Integral em Tempo Integral

Ao falarmos de educação integral, não nos referimos apenas a uma ampliação da jornada na escola. A educação integral é fruto de uma articulação e redimensionamento significativo de tempos, conteúdos e aprendizagens em espaços dentro e fora da escola.  

Esses espaços também educam, e a maneira como eles são organizados dentro da escola desvela a concepção de aprendizagem.  Dessa maneira, permitem aos estudantes que expressem seu potencial, suas habilidades e curiosidade. “O espaço físico pode ser definido como linguagem que conversa de acordo com conceitos culturais precisos...” (Rinaldi). Dessa forma, os espaços reforçam também a identidade e a autonomia dos estudantes. 

Pesquisas, como a realizada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), indicam que se o estudante passa mais tempo na escola, tem mais possibilidades de melhor aproveitamento nas disciplinas regulares, uma vez que, a cada hora adicional de estudo, diz a pesquisa, o desempenho do aluno no Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) aumenta 2,5 pontos percentuais, em uma escala que vai de 0 a 500 (CENPEC).

Regina Migliori, autora da obra Neurociências e Educação, traz à tona que “[...] a cada experiência na vida, nosso cérebro muda estruturalmente e se transforma. Tudo afeta nossa estrutura cerebral, seja um acontecimento importante ou uma ação corriqueira...” Assim sendo, quando ela fala de neuroplasticidade, ressalta que as condições ambientais e as nossas próprias experiências podem provocar mudanças no nosso cérebro. Por isso é que provocamos na educação integral bilíngue acesso a diferentes oportunidades de aprendizagem e de experiências culturais e educativas. Essas experiências potencializam e desenvolvem as habilidades, competências e conhecimentos necessários para o mundo contemporâneo e pluricultural.

Vani Kenski, pesquisadora educacional, em sua obra Tecnologia e Tempo Docente, realça que “As tecnologias digitais introduzem uma nova dinâmica na compreensão das relações entre o tempo e o espaço...” Sem dúvida alguma, as tecnologias rompem com os limites convencionais de tempo e espaço, e provocam, quando usadas de forma reflexiva no contexto escolar, a possibilidade de comunicação, criação e de trabalhos colaborativos sem fronteiras.

Muitos países estão repensando seus currículos por reconhecerem que estes precisam envolver outras habilidades e competências, como cooperação, criatividade, empreendedorismo, solidariedade, etc., e não só as cognitivas. 

"Não basta oferecer uma variedade de atividades para preencher o tempo das crianças. Elas precisam estar ligadas ao conteúdo", afirma Márcia Quintana, coordenadora de programas na Fundação Itaú Social. Quando falamos de conteúdos no Magister, incluímos, além dos conteúdos conceituais, os procedimentais e atitudinais. 

Nossos estudantes são potentes, ativos, críticos, produtores de cultura. Portanto, pensamos no currículo de maneira ampla, envolvendo os dois períodos escolares. Dentro do planejamento, visamos à formação e desenvolvimento desses estudantes em todas suas dimensões. Assumimos a inteireza da condição humana no desenvolvimento de uma cidadania global.  

 

Compromisso social e formação de valores

Acreditamos que não basta viver por viver, como condição apenas biológica e evolutiva, pois somos seres humanos e não vivemos sozinhos, isolados; vivemos em uma comunidade, somos parte de um coletivo, e para tanto, é essencial o desenvolvimento do senso de coletividade e de cidadania.

Como instituição humanista, o Colégio Magister tem o propósito de desenvolver um trabalho que permita a construção de um ambiente mais solidário, em que as barreiras e os preconceitos sejam superados ou, ao menos, atenuados.

O nosso maior objetivo é incentivar a vivência de valores essenciais para a formação humana com base em um trabalho de conscientização, mostrando aos estudantes que essa aprendizagem ganha sentido quando nos capacita à ação. 

Propomos para as nossas estudantes atividades educativas de sensibilização que propiciam a reflexão sobre esses valores. Dessa forma, o trabalho de formação de valores no Colégio Magister proporciona à criança vivenciar o respeito, a solidariedade, a tolerância, a prudência, a verdade, enfim, os valores universais que dão razão à vida. 

Acreditamos que necessitamos de exemplos para serem explorados, circunstâncias específicas para que os valores sejam compreendidos, ambientes emocionalmente preparados para que sejam discutidos. É essa a síntese da fundamentação do trabalho do nosso Colégio, que busca formar cidadãos críticos e mais humanos.

Desenvolvemos, portanto, algumas atividades de caráter social com o envolvimento e participação dos estudantes no atendimento a crianças e jovens portadores de deficiência em parceria com a LARES.

Além deste movimento, o Colégio Magister também é parceiro da ONG - Associação Pro Brasil - situada no bairro Jardim dos Álamos, no extremo sul da cidade de São Paulo, na região do Distrito de Parelheiros. 

As visitas e o convívio com as crianças assistidas desenvolvem valores fundamentais para a formação: conhecimento do mundo, formação pessoal e social, convívio com a diversidade, entre outras coisas. Os alunos do Colégio Magister preparam e aplicam atividades em oficinas como de artes plásticas e teatro sob a supervisão de professores da área, atividades recreativas e esportivas que ajudam na disciplina, respeito e cooperação.

Os resultados de aprendizagem alcançados para os nossos alunos são aqueles que formam o universo da cidadania e de construção de valores. O olhar para o próximo e para a realidade social que nos rodeia torna os cidadãos socialmente mais responsáveis. 

A satisfação de todos durante os encontros é motivo de estímulo e de renovação de energias. Esse projeto oferece benefício mútuo, tanto aos nossos alunos quanto para as crianças da comunidade, que têm a oportunidade de otimizar o tempo ocioso com atividades que auxiliam na formação individual e no convívio grupal. Elas começam a perceber que o mundo é possível para todos, inclusive para elas.

As atividades educativas realizadas pelo Colégio Magister na ONG ganham ainda mais força com o PROJETO INTERAGINDO COM O SABER, dando assistência pedagógica e educacional diariamente a 40 crianças no período contrário ao das suas aulas.  

O crescimento e a participação dos estudantes no projeto levam a uma mobilização de toda a escola por meio de campanhas, doações voluntárias e participação em eventos filantrópicos, ampliando o compromisso social para toda a comunidade.

Instituto Inovar – Responsabilidade Social

Inspirados e movidos pela inovação, junto com o compromisso social intrínseco à família Martinho, o ano de 2016 tornou-se um marco com a fundação do Instituto Inovar de Educação Internacional pelo grupo gestor do Colégio Magister.

Com o compromisso de criar e desenvolver soluções para o setor da educação no Brasil, a iniciativa tem como missão investir e fortalecer a educação nas esferas sociais.

O Colégio Magister, tradicionalmente, pratica ações de Responsabilidade Social que abrangem diversos campos além da educação, como cultura, esporte e lazer e programas sociais. 

Mais do que realizar as ações, o Colégio as integra ao planejamento pedagógico, visto que a instituição é associada à Rede PEA UNESCO – Programa das Escolas Associadas. Sendo assim, boa parte das ações praticadas pela escola envolve os alunos e tem o intuito também de compor o desenvolvimento cidadão, crítico e autônomo deles. Isso é explícito na Missão do Magister, que é “uma escola inovadora e comprometida com o valor das relações e a formação ampla do indivíduo, para que cada um seja feliz em aprender e construa um mundo mais justo e melhor”.

Hoje o Colégio Magister é uma empresa social e mostra que a história de seus mais de 50 anos está sendo reverenciada de forma sistêmica, rompendo barreiras e mostrando o quanto é importante iniciar as mudanças que se espera no mundo com as ferramentas que se tem.

Nos últimos anos, foram realizadas diversas ações que englobam diferentes campos da Responsabilidade Social, tanto para a comunidade interna quanto para a comunidade externa do Magister. A área da Educação encabeçou os investimentos do Colégio com eventos e programas que promovem o ensino, como o Congresso Saberes da Docência – cujo público era formado por profissionais da Educação – e capacitações para professores da escola e, também, para educadores da Associação ProBrasil.

 

Unidade de Responsabilidade Social

O Centro Educacional Infantil Tatiana Belinky 

Em março de 2020, o Instituto Inovar de Educação Internacional assume oficialmente a gestão do CEI Tatiana Belinky (Rua Carambola Natal, 183 - Vila Natal), localizado no extremo sul da capital paulista. O centro educacional atende atualmente 114 crianças de 0 a 4 anos de idade, membros de famílias de baixa renda e/ou em situação de vulnerabilidade social que vivem na região, além de empregar atualmente cerca de 20 profissionais, também moradores da região.

Uma das ações do Instituto Inovar é a responsabilidade social com finalidades também ligadas à educação. Com a integração do CEI Tatiana Belinky, inauguramos também nossa 3ª Unidade - Escola Social, que tem enfoque no atendimento das crianças na primeira infância. Essa ação é fruto de um sonho que se amplia em 2021 e que agora expande o olhar para ações sociais e para a responsabilidade sobre a educação. 

Esses pequenos estudantes permanecem no CEI em período integral, onde são realizadas atividades pedagógicas e lúdicas direcionadas por profissionais capacitados, tais atividades permeiam a Educação Infantil, favorecendo o desenvolvimento de habilidades e competências necessárias à faixa etária. O espaço onde o CEI está localizado é amplo e oferece alimentação balanceada, espaço para o brincar, salas equipadas com materiais e recursos pedagógicos. 

O Instituto Inovar ainda é muito jovem diante da história e legado que irá construir. Seus objetivos estão ligados ao desenvolvimento da educação, como também oportunizar a condição de ensino a todos. 

 

Investimentos aplicados em ações ou visitas às ONGs parceiras do Magister, como a Associação ProBrasil, a LARES - entidade de assistência ao deficiente intelectual, a Associação Maria Rainha da Paz, o Núcleo Espírita Paulo de Tarso, a Casa Ondina Lobo – onde, além de visitas de alunos, são promovidas ações de doação de materiais e mantimentos, entre outras, também figuram ações de Responsabilidade Social do INOVAR.

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O processo ensino-aprendizagem e o respeito à diversidade dos estudantes 

Acreditamos em uma educação para todos. O princípio democrático da educação para todos só se evidencia em um ensino de qualidade e que inclua todos num processo educativo legítimo. 

Uma escola de qualidade é, também, uma escola atenta às diferenças. Ou seja, uma escola que enxerga cada estudante em sua singularidade, promovendo a interação e garantindo a efetiva aprendizagem de todos.

Além disso, é sempre bom lembrar que no processo de escolarização, não são os estudantes com dificuldades que prejudicam o ensino e a aprendizagem; pelo contrário, eles contribuem para que o professor atente para as diferenças e enriqueça o seu ensino, oportunizando melhores aprendizagens. 

Uma equipe técnica pedagógica preocupada com a questão tem formado professores e coordenadores para a adoção de práticas inclusivas que venham ao encontro do PPP da escola. Tais práticas incluem adaptação de recursos, materiais e procedimentos que atendam a legislação vigente e permitam que os processos inclusivos respeitem os princípios de equidade e igualdade. Será oferecido mais possibilidades a crianças e jovens com mais necessidades, zelando pelo bem-estar do coletivo dos estudantes. 

Esse processo pressupõe a parceria estreita com a família do estudante. Junto com o esforço educativo de docentes e equipe técnica, quando necessário a família deverá buscar apoio profissional externo que atenda às necessidades específicas do estudante. A relação dos terapeutas com a escola, também respeitando os princípios de equidade e igualdade, se dará por meio de encontros bimestrais com a equipe escolar, quando serão partilhados os trabalhos realizados no período e estabelecidas novas metas para os estudantes. Em suma, a educação inclusiva, para nós, é mais um motivo para reforçar a parceria com as famílias, para que ambas as instituições auxiliem as aprendizagens escolares.

Parceria escola-família

Construir o sentimento de estar em um lugar que acolhe é fundamental para garantir uma educação de qualidade. E esse sentimento, quando percebido e compartilhado por toda a comunidade escolar, somente pode ser fruto de uma relação pautada no respeito e na confiança entre a escola e a família.

Nós, do Colégio Magister, acreditamos que educar depende de uma relação que vai muito além do que a prevista em uma prestação de serviços. É nosso dever aproximar os pais do trabalho pedagógico, explicando o que fazemos e como conduzimos a aprendizagem das crianças. Buscamos, incansavelmente, mecanismos que abram as portas do espaço escolar para que as famílias acompanhem de perto o processo de desenvolvimento de seus filhos. 

A escola é um espaço de aprendizagem de conhecimentos, competências e habilidades por meio das vivências e experiências. Nela, as crianças se socializam, brincam e convivem com a diversidade humana. A convivência com essa diversidade é enriquecida quando a família acompanha o desenvolvimento e as produções das crianças e dos jovens. Acreditamos que, estando aberta a essa participação, a escola aumenta a possibilidade de fazer um trabalho de excelência, uma vez que permite a troca de conhecimento em relação a cada estudante. Assim, família e instituição escolar terão melhores elementos para apoiar crianças e jovens nas suas experiências, saberão mais sobre suas potencialidades, suas preferências e suas dificuldades. Isso, sem dúvida, contribui para aprimorar e enriquecer o processo de formar, cuidar e educar. 

Lição de casa

A função da lição de casa no processo de aprendizagem e diretrizes gerais 

A concepção e as diretrizes para a lição de casa refletem os fundamentos e os princípios de educação do Colégio Magister, segundo os quais o estudante é corresponsável pelo processo de construção do seu conhecimento, e, portanto, a lição de casa é um dos procedimentos que reforçam essa condição. O estudante não é apenas um cumpridor de tarefas, mas sim, criador e autor de suas ações. Sendo assim, a lição de casa é parte essencial do ofício de estudante.

A lição de casa propicia ao estudante sistematizar os conhecimentos trabalhados em classe, refletir sobre sua aprendizagem e adquirir a consciência do novo saber. Contribui ainda para desenvolver as atitudes necessárias para a aprendizagem contínua e significativa: ter hábitos de estudo, responsabilidade e autonomia intelectual, mobilizar-se para estudar sozinho no seu próprio ritmo, ter organização, persistência, capacidade de solucionar problemas, pesquisar e levantar as suas dúvidas.

O objetivo é estabelecer contato com diferentes desafios, auxiliando o estudante a buscar razões, relacionar causa e efeito, parte e todo, raciocinar, extrapolar e fazer inferências, considerando a aplicação dos conceitos e procedimentos aprendidos anteriormente.

 

Normas e procedimentos comuns a todos os segmentos, disciplinas, professores e alunos 

A lição de casa complementa o trabalho pedagógico desenvolvido em sala de aula e é solicitada de acordo com as especificidades de cada série e disciplina, visando ampliar as aprendizagens dos estudantes. Para tanto, algumas normas gerais são assumidas pelo Colégio Magister:

a) O estudante precisa saber claramente qual a importância da realização das tarefas;

b) Toda tarefa deverá ser coerente ao tema trabalhado em sala; 

c) As instruções para a realização da tarefa serão passadas durante a aula, pelo professor, deixando tempo disponível para o estudante tirar possíveis dúvidas sobre as mesmas;

d) Toda lição de casa solicitada será retomada pelo professor, observadas as normas de cada segmento;

e) Cada professor organizará um controle individual de entrega das lições de casa;

f) A tarefa será colocada no quadro pelo professor e deverá ser copiada nas agendas pelos estudantes, exceto nas classes de Educação Infantil;

g) O prazo de entrega da tarefa deverá ser suficiente para a realização da mesma;

h) A não realização da tarefa no prazo determinado não significa que o estudante não terá mais que entregá-la;

i) As consequências pela não realização da lição de casa deverá ser estabelecidas em cada segmento, respeitadas as características de desenvolvimento dos estudantes e as especificidades das disciplinas;

j) As normas serão cumpridas e aplicadas a todos os alunos, exceto para casos previamente avaliados pela Coordenação.

 

A relação da lição de casa com o sistema de avaliação

A lição de casa, vista de maneira contextualizada no processo de aprendizagem, contribui para o desenvolvimento dos estudantes e, nesse sentido, está relacionada ao processo de avaliação deles.

No Colégio Magister, é um dos elementos importantes da avaliação diversificada: os professores registram se o estudante realizou e entregou as lições de casa, atribuindo nota, ou não, pelo cumprimento da tarefa. No entanto, os acertos e os erros nas lições de casa servem tão somente para diagnosticar avanços ou dificuldades do estudante, não havendo atribuição de notas pelos resultados. A lição é valorizada pela disposição de pensar e buscar soluções. As crianças e os jovens são estimulados a não terem medo de errar.

 

A orientação geral para os pais dos alunos

A relação que o estudante estabelece com o conhecimento depende, em grande parte, da relação que ele tem com os adultos com os quais convive. Compartilhar experiências e trocar ideias na família são contribuições importantes para o desenvolvimento intelectual de todos. Adultos que comentam com a criança a leitura de um livro, as informações de jornais ou revistas, que expõem ideias sobre um tema de interesse, conversam sobre ideias e sentimentos acerca de um filme, por exemplo, fazem muita diferença no seu desenvolvimento. 

Com a lição de casa e com qualquer outra atividade escolar não é diferente. Adultos que se interessam por aquilo que a criança está aprendendo na escola, comentando o que sabem a respeito, disponibilizando fontes de informações, contribuem decisivamente para um melhor desempenho escolar do estudante.

No entanto, interessar-se não significa assumir para si a obrigação de ensinar conceitos e procedimentos que são da competência da escola. Os adultos podem compartilhar o conhecimento trabalhado na escola com as crianças, mas não devem se sentir obrigados a fazê-lo. 

Frequentemente, as lições de casa podem produzir situações de conflito para o estudante; podem surgir dúvidas que, muitas vezes, vêm acompanhadas de ansiedade e frustrações, manifestadas em casa. É natural que a família se sinta na obrigação de ajudar e se envolver para amenizar tais sentimentos. Mas, se os pais assumirem a tarefa, respondendo às questões, não ajudarão o estudante, e muito menos o diagnóstico do professor. A família pode ajudar com atitudes simples e assumir um papel de parceria na vida escolar das crianças e jovens, tais como:

Criar em casa um espaço e horários favoráveis ao estudo e lembrá-los de atender a esse compromisso;

Na medida do possível, tornar a realização da lição de casa um momento de estudo de toda a família, compartilhando leituras, por exemplo;

Ter em casa livros, revistas, facilitar acesso a sites, bibliotecas, museus e outros suportes para pesquisa e leitura.

Para que a parceria seja efetiva, cabe à escola informar constantemente a família sobre lições de casa não entregues e combinar ações conjuntas – na escola e em casa – para correção dessa falha.

Finalmente, um aspecto muito importante da lição de casa é permitir que os pais acompanhem o cumprimento do Plano Diretor pelos educadores do Colégio Magister. Afinal, saber o que seus filhos estão estudando é o mais relevante compromisso em relação à vida escolar deles.

Avaliação

A fim de orientar toda a comunidade e tornar pública a organização da avaliação na escola, reproduzimos aqui o trecho que trata da avaliação de desempenho escolar contido no Regimento Escolar, aprovado pela Diretoria de Ensino e publicado em Diário Oficial em 10 de Dezembro de 2020. 

A avaliação, parte integrante do processo ensino-aprendizagem é contínua, cumulativa e considerará no desempenho do aluno, a prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos, amparada nos objetivos e desenvolvimento do Projeto Pedagógico do Colégio, a fim de proporcionar aos seus alunos:

I.  continuidade de aprendizagem na construção do seu conhecimento;

II. condições de prosseguimento de seus estudos em nível mais elevado;

III. integração definitiva do educando no usufruto da cidadania.

Na Educação Infantil a avaliação é feita mediante acompanhamento e registro do desenvolvimento dos alunos, sem o objetivo de promoção, mesmo para acesso ao Ensino Fundamental.

Das ações básicas

A verificação do aproveitamento dá-se amparada nas seguintes ações básicas:

I. três ou mais instrumentos avaliativos por período letivo, elaborados pelo professor do respectivo componente curricular, sob a supervisão da coordenação pedagógica e do Diretor Pedagógico, quando se fizer necessário; 

II. Sobre os resultados de cada período, após as atividades de estudos de recuperação, para efeito de cálculo dos pontos para promoção, será processado o seguinte cálculo: 1º semestre x 3; 2º semestre x 3; 

III. No Ensino Fundamental (a partir do 2º período do 2º ano) a avaliação será feita considerando objetivos conceituais, procedimentais e atitudinais; 

IV. O registro da avaliação do rendimento escolar far-se-á nos Diários de Classes pelo professor do componente curricular, cujo resultado entregará na secretaria do Colégio, no prazo estabelecido pela diretoria, para a escrituração burocrática; 

V. Os resultados da avaliação obedecerão aos objetivos e conteúdo de cada componente curricular, de modo que reflitam, fielmente, o desenvolvimento do aluno no processo ensino-aprendizagem. 

VI. Na Educação Infantil, no 1º ano e no primeiro período do 2º ano do Ensino Fundamental a avaliação dos alunos é feita mediante acompanhamento e registro do seu desenvolvimento:

1.  As fichas de avaliação devem ser elaboradas de forma a contemplar os objetivos conceituais, procedimentais e atitudinais.

2. Ao final do período as observações servem de subsídio para elaboração de relatório descritivo do desenvolvimento do aluno.

VII. O processo de avaliação da Educação Infantil não tem objetivo de promoção, mesmo para acesso ao Ensino Fundamental.

VIII. Somente os alunos do 1º Ano e do 2º Ano do Ensino Fundamental são considerados promovidos ao final do ano letivo de modo automático e, no caso de transferência para outra instituição de ensino, o Colégio, se solicitado, pode expedir um Relatório sucinto dos estudos cumpridos pelo aluno. 

IX. Os alunos do 2º ano do Ensino Fundamental são avaliados por meio de instrumentos avaliativos (provas) a partir do 2º período.

X. Aos alunos de 2º ano ao 5º ano do Ensino Fundamental, além das avaliações (provas), têm acrescido relatórios avaliativos coletivos por período. 

XI. É facultado à instituição escolar regular sobre quais instrumentos avaliativos utilizados no período podem ser objetos de substituição caso o educando esteja impossibilitado de participar. No que se refere ao instrumento prova, é garantido aos estudantes o direito a somente uma prova substitutiva por componente curricular ao final do período, mediante o requerimento junto à instituição:

a) Os pais dos alunos do 2º à 3ª série do Ensino Médio poderão enviar, via agenda, a justificativa com os devidos comprovantes. As provas substitutivas são realizadas sempre no período inverso ao da aula, conforme o calendário organizado pela coordenação.

b) Ao aluno que não realizar as avaliações, não obtiver a autorização para a substituição ou não comparecer à data dessa substitutiva é atribuída a nota zero naquele instrumento.

c)   Não é possibilitada a realização de provas substitutivas das avaliações das recuperações.

XII. Nos Ensinos Fundamental e Médio a cada período letivo é atribuída uma média resultante da média aritmética entre Avaliação Diversificada (AD) e Avaliação Sistematizada (AS).

  1. Entenda-se por avaliação diversificada, o resultado de todos os instrumentos avaliativos aplicados durante o período letivo considerado, exceto a avaliação sistematizada.

  2. Entenda-se por avaliação sistematizada uma única avaliação, consistindo de uma prova escrita de modo cumulativo, global e abrangente com base nos conteúdos programáticos desenvolvidos no período letivo considerado.

 

Dos estudos de recuperação

Ao aluno com baixo rendimento escolar diagnosticado durante cada trimestre letivo serão oferecidos estudos de recuperação paralela, sem limite de componente curricular ao final de cada trimestre.

I.  O baixo rendimento escolar, para todos os fins e efeitos, é caracterizado por nota trimestral inferior a 7,0 (sete), situação em que serão oferecidas atividades escolares em estudos de recuperação trimestral.

II. Os estudos de recuperação paralela constituem-se de orientação contínua de estudos, com criação de novas e diversificadas situações de aprendizagem, programadas em função do diagnóstico de dificuldades no desenvolvimento do processo de ensino-aprendizagem, mediante:

  • atuação permanente do professor em sala de aula e/ou pelo desencadeamento de ações pedagógicas suplementares para turmas com dificuldades comuns ou individualmente;

  • ação conjugada de vários professores e da equipe técnico-pedagógica, no enfrentamento de problemas no(s) componente(s) curricular(es) considerados;

  • identificação dos conteúdos programáticos em que o aluno esteja apresentando dificuldades de aprendizagem;

  • caracterização das dificuldades apresentadas pelo aluno e suas possíveis causas;

  • seleção de estratégias e recursos didáticos para o desenvolvimento desses estudos de recuperação.

Os estudos de recuperação, desenvolvem-se na seguinte conformidade:

I -  de modo contínuo, realizados sistematicamente, na própria sala de aula, pelo professor do componente curricular considerado;

II - de modo paralelo através de:

a)  aulas de apoio em horário diverso das aulas regulares (de acordo com o calendário fornecido pela escola);

b)  atividades de monitorias no Ensino Médio;

c) roteiros de estudos oferecidos a cada disciplina, como preparação para um novo processo de avaliação de recuperação, conforme calendário oferecido.

III - tais atividades serão responsabilidade do professor do componente curricular pertinente ou de outros professores indicados pela direção do Colégio, sendo pautadas na(s) dificuldade(s) de aprendizagem dos alunos;

IV - como as avaliações de recuperação são realizadas em período contrário ao das aulas, é de responsabilidade da família a organização do aluno para comparecer às avaliações de recuperação;

V - a nota final do 1º e 2º trimestres após a realização dos estudos de recuperação, será apurada da seguinte forma: média aritmética da nota do trimestre com a nota obtida nos estudos de recuperação, observando-se o disposto no inciso VII;

VI - a nota final do terceiro trimestre após a realização dos estudos de recuperação, será apurada da seguinte forma: média ponderada da nota do 3º trimestre com peso 1 (um) com a nota obtida nos estudos de recuperação com peso 2 (dois), observando-se o disposto no inciso VII;

VII - se a nota obtida nos estudos de recuperação for inferior à nota obtida no trimestre considerado, será mantida a nota anteriormente obtida.

VIII - nos estudos de recuperação, em que pese ser o objetivo da lei melhorar o rendimento escolar, fica estabelecido que nos 1º e 2º trimestres é suficiente a obtenção da nota necessária para promoção [7,0 (sete)], desprezando-se o que for obtido a mais para efeito de registro na escrituração escolar.

IX - exclusivamente no 3º trimestre, em caso de melhora de rendimento e o resultado do novo cálculo ponderado for maior que 7,0 (sete), esse resultado será considerado, não havendo o mesmo limite presente nos demais trimestres.

X - ao final do 3º trimestre, além da recuperação trimestral com características específicas, haverá também a Recuperação Intensiva. As provas de recuperação referentes a esses dois processos acontecem na mesma data e em um mesmo instrumento, que é fracionado para cada fim específico.

XI - participarão da Recuperação Intensiva aqueles alunos que não obtiverem 70 (setenta) pontos para aprovação observado o critério do inciso VI do Artigo 32;

XII - a recuperação intensiva contempla objetos de aprendizagem e habilidades dos três trimestres letivos e, por isso, seu resultado acarreta novo cálculo da Nota anual do aluno, que será a média aritmética entre a Média Final (considerando os três trimestres após a recuperação trimestral) e o resultado da Recuperação Intensiva.

Artigo 36 – Ao final do processo de Recuperação Intensiva, o aluno que obteve média final entre 5,0 (cinco inteiros) e 6,9 (seis vírgula nove) terá a sua situação analisada pelo Conselho de Classe, respeitado o §6º do Artigo 10. Caso não seja promovido pelo Conselho de Classe nas referidas disciplinas, poderá solicitar um processo de Avaliação Final, a ser realizada de acordo com o calendário organizado pela escola, consistindo de uma prova para cada um desses componentes curriculares, de modo cumulativo, global e abrangente com base nos conteúdos programáticos desenvolvidos nos três trimestres letivos.

  1. Será calculada a média aritmética entre a média anterior e a nota da Avaliação Final, gerando uma nova média final;

  2. Após concluído o processo de Avaliação Final, o aluno que não tiver sido promovido terá a sua situação novamente analisada pelo Conselho de Classe.

Parágrafo único - Todo aluno que for considerado aprovado pela análise do Conselho de Classe, para fins de escrituração escolar terá nos documentos escolares a devida observação sobre sua aprovação pelo Conselho de Classe no Componente Curricular considerado.

 

Da promoção e da retenção

É considerado promovido para o ano seguinte o concluinte de qualquer curso, exceto de Educação Infantil, 1º e 2º ano do Ensino Fundamental, o aluno que, atenda às seguintes exigências:

I - obtenha em cada componente curricular a somatória de 70 (setenta) pontos em suas notas;

II - frequência igual ou superior a 75% (setenta e cinco por cento) do total da carga horária prevista para cada componente curricular, no Ensino Fundamental e no Ensino Médio. Conforme a Deliberação CEE 155/2017 (art. 14), as escolas devem estabelecer projeto especial para atender alunos cujas condições especiais de saúde comprometam o cumprimento das obrigações escolares, utilizando-se de procedimentos pedagógicos, tais como: compensação de ausência, trabalhos de pesquisa, avaliações especiais (escritas ou orais), procedimentos estes compatíveis com a condição e a disponibilidade de tempo desses estudantes;

III - educação física, é observado o disposto na Indicação CEE nº. 9/97, no item 2.9, parte integrante da Deliberação CEE nº. 10/97.

IV - Caso a nota do terceiro trimestre seja inferior a 7,0 (sete) mas a somatória dos trimestres tenha superado 70 (setenta) pontos, será assegurada a participação do aluno nas atividades de estudos de recuperação do 3º trimestre.

V - O Conselho de Classe analisará casos entre 50 (cinquenta) e 69 (sessenta nove pontos), observando o disposto na Deliberação 155/2017 sobre pedidos de reconsideração e recurso.

VI - Em cumprimento à norma do Conselho Estadual de Educação, fica estabelecido, que os três anos iniciais do Ensino Fundamental serão considerados um bloco pedagógico não passível de retenção por falta de aproveitamento em um ou mais componentes curriculares, ficando assegurado o direito de realizar os estudos de recuperação nos termos regimentais.

VII - O 1º. ano do Ensino Fundamental, considerando a faixa etária da criança, tem um caráter essencialmente qualitativo e como resultado final, para todos os fins e efeitos na vida escolar do aluno, é considerado o relatório final expedido pelo(s) professor(es) com finalidade exclusivamente pedagógica, pois não anula a promoção automática para o 2º. ano do Ensino Fundamental.

VIII - Ao aluno com frequência inferior ao exigido para promoção, o Colégio, a critério da Direção e de conformidade com a justificativa de suas faltas às atividades escolares poderá oferecer atividades extraclasse, com vista à compensação de conhecimentos e frequência às atividades escolares comuns à sua classe.

a) Para o aluno merecedor de tratamento excepcional é observada legislação pertinente.

 

Provas substitutivas

É facultado à instituição escolar regular sobre quais instrumentos avaliativos utilizados no trimestre poderão ser objetos de substituição caso o educando esteja impossibilitado de participar. Os estudantes que forem impossibilitados de comparecer nos dias de aplicação de instrumentos de prova previstos no calendário escolar de avaliações deverão apresentar atestados e/ou justificativas da impossibilidade da presença, e requerer a avaliação substitutiva na Coordenação Pedagógica.

O requerimento para a realização da avaliação substitutiva deverá ser solicitado e entregue para a Coordenação em até 48 horas após a ausência na data prevista no calendário escolar de avaliações. Aos alunos que não fizerem o requerimento da avaliação substitutiva ou não comparecerem, por qualquer motivo, na data e horário marcados para sua realização será atribuída nota 0 (zero). As datas das avaliações substitutivas serão agendadas diretamente com os Coordenadores Pedagógicos.

As avaliações substitutivas para Ensino Fundamental I, II e Ensino Médio acontecerão no período inverso ao das aulas, conforme o calendário organizado pela Coordenação e com a apresentação do comprovante de pagamento (R$ 70,00 por prova), feito na secretaria do Colégio. Somente serão isentos de pagamento os casos de doença com atestado médico, luto com a apresentação do atestado de óbito, impedimento por motivos religiosos e convocação para atividades cívicas.

É garantido aos estudantes o direito a somente uma prova substitutiva por componente curricular ao final do trimestre mediante as devidas justificativas e requerimento junto à instituição.

Observação importante: Não há prova substitutiva para as provas de recuperação e simulados.

 
Pedidos de Reconsideração e Recurso

De acordo com os Artigos 20 e 21 da Deliberação 155/2017 do CEE, é garantido aos pais e/ou responsáveis, de acordo com o calendário escolar, o direito a pedidos de reconsideração de avaliações junto à direção da escola. 

Os pedidos deverão ser protocolados na secretaria da escola em até 5 dias da divulgação dos resultados. Para deferimento, a Direção seguirá os parâmetros previstos nessa legislação, que prevê também não haver recurso da decisão da direção da escola.

Sobre os resultados, o pai ou responsável pelo aluno também poderá apresentar pedido de reconsideração junto à direção da escola, nos termos da Deliberação 155/2017 do CEE, que seguirá o cronograma previsto nessa legislação. 

A Deliberação prevê também que, para prosseguimento aos pedidos de recurso contra as avaliações, o aluno deve se manter matriculado na escola.   

 

Formação de professores

Na história, cada época se impõe e nos impõe grandes desafios. Vivemos um momento de mudanças nos diferentes campos do conhecimento, nas organizações sociais e nas diferentes culturas e sociedades. Como não poderia deixar de ser, tais mudanças têm chegado até a escola, levantando questionamentos que exigem reflexões.

São inúmeros os desafios dos professores que têm como propósito formar seus alunos para o século XXI. Ao viver um momento histórico mais dialógico e protagonista, podemos retornar a Paulo Freire para refletir sobre suas defesas sobre os saberes indispensáveis às práticas docentes:

O saber da impossibilidade de desunir o ensino dos conteúdos da formação ética dos educandos. De separar prática de teoria, autoridade de liberdade, ignorância e saber, respeito ao professor de respeito ao educando, ensinar de aprender. (FREIRE, 1996, p. 106)

 

Ao nos preocuparmos com a formação do corpo docente para a atuação neste projeto educativo, que possui características e defesas teóricas e práticas que o diferenciam de outras escolas, se faz necessário pensar num movimento formativo centrado na escola.  E ao definirmos o que seria a formação centrada na escola, referimo-nos a Rui Canário, que situa a formação para além da necessidade de suprir carências, compreendendo-a como:  

um processo individual e coletivo, em contexto, de transformações de representações, de valores e de comportamentos, por parte dos professores que coletivamente aprendem produzindo novas formas de ação individual e coletiva. 

 

Entendemos que, ao assumir um papel transformador, a escola também se compromete com o aprimoramento contínuo de seus educadores. Como indica Antônio Nóvoa, a "troca de experiências e a partilha de saberes consolidam espaços de formação mútua, nos quais cada professor é chamado a desempenhar, simultaneamente, o papel de formador e de formando".

O professor, responsável direto pela formação escolar do aluno, deve estar sempre se atualizando, estudando, buscando cada vez mais o aprimoramento de sua prática. Assume-se, portanto, que constituímos uma comunidade aprendente. 

Devemos atentar para a palavra ‘continuada’: significa que esse processo de aperfeiçoamento nunca terá fim, devendo ser constantemente alimentado e estimulado. Ao nos entendermos  como uma comunidade aprendente, na qual todos os sujeitos buscam ampliar suas competências para mediar a relação entre os conhecimentos e as aprendizagens dos estudantes de maneira mais significativa e eficiente, o professor é considerado um constante aprendiz, que utiliza a ciência na qual é especialista para estimular o estudante a aprender. 

Em resumo, o projeto de formação em serviço dos professores do Colégio Magister tem os seguintes objetivos:

  • Estimular o professor a assumir uma postura reflexiva em relação à sua prática;

  • Estimular o professor a ser um pesquisador;

  • Criar espaços de socialização dos saberes construídos coletivamente;

  • Formar o professor para se apropriar de saberes inerentes ao ato de ensinar.

Procuramos ser coerentes com o pensamento de Thomas Hobbes: 

“Ser professor não é certamente um produto acabado, um estado final, mas será um permanente tornar-se professor, um processo evolutivo, ao longo do qual as experiências vão ganhando mais significado, o que geralmente se faz acompanhar de um maior envolvimento pessoal por parte do professor.”

 

A formação continuada de nossa equipe docente é privilegiada, pois dispomos de um horário semanal valioso, uma vez que é direcionado para temas que partem das sugestões e necessidades do grupo docente como um todo e das especificidades de cada segmento – Educação Infantil, Educação Bilíngue, Ensino Fundamental e Ensino Médio. Discutimos e refletimos sobre saberes relacionados às práticas de ensino, processos de aprendizagem e gestão da sala de aula, sempre fundamentados nas competências e habilidades propostas pelas diretrizes curriculares da Educação Básica brasileira e pelo  ENEM – Exame Nacional do Ensino Médio e ainda sobre as aprendizagens essenciais propostas na BNCC e no Currículo Paulista que todos os alunos devem desenvolver ao longo das etapas da Educação Básica. 

Esboçar um processo de formação de professores, como a apresentada, exige a construção de uma ação educativa que possa constituir em crianças e jovens as capacidades, habilidades e competências demandadas pela nossa época. Requer da instituição a compreensão de que a educação de qualidade exige um processo de formação continuada de professores, já que, para formar, é necessário formar-se.

Nessa perspectiva, privilegiamos o diálogo como movimento contínuo entre nosso corpo docente, a fim de garantir os espaços e canais de debate e expressão dos conflitos e problemas do cotidiano para buscar a necessária superação. Assim, segundo Libâneo (2015), às formas de cultura escolar que vão sendo internalizadas pelas equipes escolares vão gerando um estilo coletivo de pensar os problemas e buscar soluções, que por sua vez são promotoras de desenvolvimento profissional.

Para tal empreitada, diante também das informações sobre as aprendizagens dos estudantes advindas das diversas e variadas avaliações internas e externas, algumas estratégias são úteis para dar andamento ao projeto:

  • Encontros individuais com as coordenações; reuniões de professores coletivas, por segmentos, por séries ou área de conhecimento; 

  • Reuniões com assessorias especializadas;

  • Encontros para análise de planejamentos;

  • Encontros para avaliação das aprendizagens dos estudantes; 

  • Observação de aulas e reflexão sobre as práticas educativas;

  • Leituras e estudos individuais dirigidos pelos coordenadores.

Somado ao compromisso com a formação continuada dos professores, está o compromisso de uma prática docente coerente com princípios éticos e que valorize o aluno, nas suas condições sócio-históricas, reconhecendo suas potencialidades e promovendo desafios necessários à sua aprendizagem. 

Fechamos o texto na preciosa companhia do mestre e professor Paulo Freire, quando fala que ensinar exige a compreensão de que a educação é uma forma de intervenção no mundo: 

Assim como não posso ser professor sem me achar capacitado para ensinar certo e bem os conteúdos de minha disciplina não posso, por outro lado, reduzir minha prática docente ao puro ensino daqueles conteúdos. Esse é um momento apenas de minha atividade pedagógica. Tão importante quanto ele, o ensino dos conteúdos, é o meu testemunho ético ao ensiná-los. É a decência com que o faço. É a preparação científica revelada sem arrogância, pelo contrário, com humildade. É o respeito jamais negado ao educando (...). Tão importante quanto o ensino dos conteúdos é a minha coerência na classe. A coerência entre o que digo, o que escrevo e o que faço. (FREIRE, 1996, p. 116)

 

Normas e Procedimentos Gerais

Protocolo de Medidas Sanitárias e de mitigação da disseminação do vírus do COVID-19 na escola

Após o decreto da pandemia mundial com a disseminação do vírus do COVID-19, as autoridades do nosso país decidiram decretar um tempo de afastamento de crianças e jovens das escolas, a fim de conter o alargamento do contágio. Decorrido o tempo de quarentena, as escolas foram autorizadas a retornar às atividades presenciais seguindo um protocolo de retomada gradual das atividades.

A fim de assegurar a integridade de crianças e jovens no retorno às aulas, a Secretaria de Educação do Estado de São Paulo recomendou às escolas adotarem protocolos sanitários e de procedimentos específicos em suas unidades, conforme segue:

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Fonte: Plano São Paulo, Planejamento da Educação, Comitê Executivo do Governo - COVID-19, 27. abr. 2020.

O Colégio Magister, preocupado e cuidadoso com a saúde e segurança da comunidade escolar (alunos, famílias e colaboradores), buscou reforçar ainda mais as medidas adotadas por meio da criação de um Comitê de Biossegurança. Esse comitê foi responsável pela contratação de uma assessoria emocional que prestou um treinamento emocional aos gestores da escola para que eles reproduzissem o treinamento com os colaboradores, com o intuito de prestar apoio psicológico no momento da volta às aulas presenciais, ocorrido em 2020.

Além do treinamento, o colégio, sendo membro da Abepar (Associação Brasileira de Escolas Particulares), se beneficiou da parceria que o órgão fez com o Hospital Israelita Albert Einstein, que teve como fruto um rígido Protocolo de Biossegurança com medidas e indicações orientadas por profissionais do hospital. O documento é atualizado periodicamente e determina ações e medidas a serem seguidas por toda a comunidade escolar dos colégios que o adotaram. Clique aqui para ter acesso à versão atualizada do Protocolo de Biossegurança adotado pelo Magister.

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Frequência e Pontualidade

Assiduidade e pontualidade são fatores essenciais para o bom desempenho escolar e a formação integral de nossos alunos. Por se tratar de aspectos que envolvem diretamente a corresponsabilidade dos pais, salientamos às famílias uma atenção especial às regras de funcionamento e horário de início e término das atividades escolares em cada segmento, para que ajudem o estudante na construção de posturas de responsabilidade e respeito aos compromissos assumidos ao longo da vida escolar.

Lembramos ainda que as faltas acarretam defasagem no processo de adaptação e ensino-aprendizagem do aluno às aulas e só devem ocorrer por motivos de força maior, o que não inclui viagens de lazer.

Todas as faltas deverão ser justificadas por escrito, pelo responsável, na agenda escolar do estudante e encaminhadas à Coordenação. Após três faltas consecutivas, sem justificativa prévia, a Assistente de Coordenação entrará em contato com a família.

Vale lembrar que enquanto durarem os protocolos de rodízio de aulas presenciais, a presença será atestada por meio da participação nas aulas remotas ao vivo.  A partir do momento em que a Secretaria Estadual de Educação, em consonância com a Prefeitura de São  Paulo, estabelecerem que a presença obrigatória dos estudantes, deverá ser apresentado atestado médico para garantir o direito de permanência do estudante no ensino remoto.  

 

Entrada e Saída de alunos do Kindergarten

Berçário e Kindergarten 1:

Os pais ou responsáveis devem levar e retirar as crianças no 2º andar, onde são recebidos pelas respectivas berçaristas e auxiliares de salas. Esses profissionais acompanham o cotidiano escolar e, sempre que necessário, dão informações sobre a alimentação, o sono, a higiene e outros dados relevantes.

Kindergarten 2 ao 5º ano do Fundamental 

Entrada e Saída dos alunos: na garagem, pela área de embarque e desembarque. Solicitamos que todos os alunos estejam no pátio 5 minutos antes do início das aulas. Os horários são uma referência para a carga horária dos cursos, todavia poderão sofrer ajustes por causa do escalonamento de horário para evitar aglomerações nos horários de pico.

No horário da saída a nossa equipe estará encarregada de acomodar os estudantes conforme a sua bolha enquanto aguardam pela retirada dos pais.   

Em caso de atraso, os auxiliares intermediam o ingresso dos estudantes na sala de aula, evitando interrupções inoportunas nas atividades. 

Para os alunos do 5º ano, informamos que o limite de atraso para entrada na primeira aula é de 10 minutos. Após às 7h30 e às 13h10 os alunos deverão aguardar a segunda aula para entrar em sala, assumindo a falta na aula em que ficou ausente. A partir do 2º semestre esta prática acontecerá também para os alunos do 4º ano. 

Os atrasos serão registrados na agenda sempre que ocorrerem.

Ensino Fundamental Séries Finais e Ensino Médio

O estudante deverá encaminhar-se sozinho à sala de aula, assim que o acesso às rampas estiverem abertas. Essa atitude visa à conquista da autonomia e propicia melhor atendimento por parte dos funcionários. Não é necessário fazer fila para subir.

Solicitamos a colaboração dos pais no cumprimento do horário de entrada e saída de seus filhos, havendo tolerância de 05 minutos de atraso para entrada na sala de aula. Os estudantes com mais de 05 minutos de atraso deverão se encaminhar à Coordenação Pedagógica e aguardarão no andar o início da próxima aula. 

A entrada com atraso superior a 5 minutos será permitida apenas até a 2ª aula - considerando o limite de duas vezes no trimestre - e com a anuência da coordenação. No terceiro atraso, o aluno voltará para casa. Em situações que não são consideradas convencionais - como no caso de consultas, exames ou outras questões - será autorizada a entrada com atestados que formalizam o impedimento.  

Caso haja necessidade de o estudante se ausentar no período de aulas, este deverá trazer por escrito o motivo que justifique sua saída, para que seja emitido o “Passe de saída” pela Assistente de Coordenação para ser apresentado na portaria. A partir do horário de saída descrito no passe de saída, o estudante terá um prazo de 10 minutos para se apresentar na portaria da Unidade com o intuito de garantir o cumprimento dos compromissos, além de auxiliar no controle do processo de entrada e saída de estudantes fora do horário de aulas.

As saídas antecipadas devem ser evitadas ao máximo, pois acarretam faltas. Evitem também saídas antecipadas aos 15 minutos que antecedem o final de cada período, devido ao encerramento das atividades escolares do dia.

 

Abertura e fechamento dos portões

Unidade Júnior

O horário de funcionamento dos portões dos veículos começa a partir das 6h30 e encerra-se às 19 horas. Para os alunos do Berçário, o horário de encerramento das atividades é às 19 horas. 

O Colégio encerra seu expediente às 19h por medida de segurança o Colégio não disponibiliza de equipe extra e habilitada para o atendimento aos alunos.  Portanto é importante o cumprimento dos horários.

No término do período, as crianças serão encaminhadas pelas professoras para a garagem, onde aguardarão os pais ou responsáveis. Para o período da manhã, após às 12h45, crianças que ainda não tiverem sido retiradas subirão para a coordenação. Para o período da tarde, após às 18h30 subirão para o pátio do integral e ficarão aos cuidados desta Coordenação para os encaminhamentos necessários. 

Unidade Sabará

A abertura dos portões se dá a partir das 6h30 da manhã e após às 18 horas o Colégio não disponibiliza de equipe extra e habilitada para o atendimento aos alunos. Portanto é importante o cumprimento dos horários.

O rodízio municipal de carros não poderá interferir no horário de entrada e saída dos alunos. Solicitamos a compreensão dos pais e responsáveis.

Informações Gerais para a abertura e fechamento dos portões

As entradas atrasadas ou as saídas antecipadas devem ser evitadas ao máximo, pois acarretam prejuízos significativos no processo da aprendizagem.

Nos locais de desembarque dos estudantes, garagem e plataforma da Unidade Júnior, dispomos de monitores que auxiliam os estudantes para desembarcarem rapidamente com seus pertences. Na Unidade Sabará os monitores auxiliam no embarque e desembarque para garantir maior agilidade.

O Colégio cobrará taxas extras das famílias dos estudantes que permanecerem após os horários de término das atividades, uma vez que isso extrapola a carga horária dos profissionais do segmento.

Os alunos que precisarem sair com amigos ou pais de amigos deverão trazer consigo uma autorização por escrito, com assinatura do responsável, do contrário não poderão ser liberados. É importante que a família entenda que esta medida tem como finalidade garantir a segurança de nossos alunos.

 

Identificação Escolar – Saída Desacompanhada

Para saída desacompanhada ao final do período ou à tarde, as famílias precisam assinar autorização de saída junto à matrícula, na secretaria.

Para o estudante ser dispensado fora do horário normal das aulas, a família deverá entrar em contato com a coordenação para que seja providenciado o passe de saída.

Sem essa autorização os estudantes são impedidos de saírem desacompanhados.

 

Acesso às dependências da Unidade Júnior

Os horários de entrada e saída de alunos são escalonados para respeitar os agrupamentos e o distanciamento social. A entrada de pedestres é pela portaria da Rua Danaides. Todos devem descer a escada que dá acesso à garagem para passar pela área de triagem de temperatura. 

Os carros acessam a plataforma de desembarque dos estudantes na Av. Engenheiro Alberto de Zagottis. Nessa entrada, também é realizada a aferição de temperatura. Os alunos que vêm de transporte escolar parceiro da escola (Transid) também têm sua temperatura aferida na entrada do ônibus e utilizam a plataforma da Av. Eng. Alberto de Zagottis. O acesso para a garagem do subsolo é usado somente para estacionamento dos veículos e desembarque da criança, realizado pela família. O acesso à escola se dá pela área de triagem, onde todos passam pela aferição da temperatura. Os estudantes a partir do K2 devem se dirigir à área de alunos para acessarem a rampa. 

As famílias que entram de carro na garagem devem estacionar o veículo, retirar seu filho e encaminhá-lo até a área de triagem para aferição de temperatura. Depois, os alunos podem entrar pela área de alunos ou, no caso de Berçário a K1, pegar o elevador da Educação Infantil. 

Os alunos de Berçário a K1 podem usar o elevador de acesso ao 2º andar. Os pais devem entregar as crianças na porta de vidro em frente ao elevador. Nessa entrada, as crianças trocam seus sapatos por calçados confortáveis e higienizados. A equipe também usará sapatos higienizados. 

Os elevadores devem ser usados por apenas 1 pessoa por vez. Caso sejam integrantes da mesma família, podem entrar juntos. 

Todos os estudantes que entrarem pela área de alunos passarão pelo tapete sanitizante, localizado logo após a entrada da plataforma, para higienizar os calçados e as malas de rodinhas.

Ao entrar, os alunos lavam as mãos e se dirigem diretamente às salas de aula; não são realizadas filas, a fim de evitar aglomerações no pátio da escola. 

A Área dos Pais na garagem está temporariamente desativada. Para evitar aglomerações, organizamos os pais em espaço aberto no estacionamento do subsolo. 

A saída dos estudantes a partir de K2 é realizada pela garagem. Pedestres podem entrar pela Rua Danaides e os que acessam a garagem estacionam para auxiliar seus filhos no embarque do carro. As crianças de B1 a K1 são retiradas pelos pais no 2º andar. Os alunos que utilizam o transporte escolar na saída são encaminhados direto para o ônibus.

 

Comunicação entre pais e escola

O Colégio entende que a comunicação entre a família e a escola é fundamental no processo educativo. 

Para agilizar e tornar essa troca eficaz, solicitamos que a comunicação seja feita sempre por meio do aplicativo Classapp, que foi implantado neste ano. Os pais podem se comunicar com os seguintes setores da escola: Coordenação Pedagógica, Secretaria, Financeiro, Comunicação e Esportes. Ressaltamos que as mensagens enviadas para as coordenações serão respondidas em até 24 horas úteis após o envio. No caso de recados, solicitações ou dúvidas emergenciais, os pais devem ligar para a respectiva coordenação.

 

Uso das agendas físicas ( Ensino Fundamental Séries iniciais - de 1º ao 5º anos )

Oferecidas aos estudantes de 1º a 5º ano é instrumento para as crianças anotarem as tarefas no dia em que elas devem ser entregues aos professores; já os comunicados devem ser anexados pelo estudante no dia que são enviados, sempre que houver ocorrências os pais serão avisados.

Caso seja necessário um horário de entrevista com a equipe pedagógica, este deverá ser solicitado antecipadamente, por escrito ou pelo aplicativo, e agendado com a Assistente de Coordenação

Área do Aluno e Aplicativo Magister

 Atentos aos desafios diários que os pais enfrentam para acompanhar o desempenho estudantil dos alunos, implementamos um meio eficiente para as famílias acompanharem o cotidiano escolar de seus filhos.

Criados pela QI Solution, a Área do Aluno, acessível no menu superior do site da escola (www.magister.com.br) ou pelo endereço https://magister.educacionalcloud.com.br/, e o Aplicativo Magister, disponível gratuitamente para smartphones, têm o intuito de disponibilizar aos pais as notas dos alunos e outras informações da rotina acadêmica, como tarefas de casa, calendário de avaliações e informações sobre outras atividades escolares, que podem ser consultadas por login e senha fornecidos pelo colégio.

As informações descritas abaixo são disponibilizadas na área restrita do site (Área do Aluno) e no app Magister:

  • acompanhamento dos conteúdos ministrados a cada aula e tarefas de casa;

  • ocorrências de faltas (6º a 9º ano e Ensino Médio);

  • notas parciais e boletins finais (6º a 9º ano e Ensino Médio)

  • notificação de não entrega de tarefas de casa e trabalho (Séries Finais do Fundamental e Ensino Médio)

Dados burocráticos e administrativos, como boletos de pagamento e demais informações financeiras e sobre documentos também ficam disponíveis para os pais pelo app Magister.

 

Aplicativo ClassApp

Com o intuito de facilitar a comunicação e a troca de informações entre diversos setores da escola e as famílias, uma das inovações de 2021 é a implementação de um aplicativo criado pela empresa ClassApp. Por meio do app instalado em seus smartphones, os pais podem mandar recados em forma de mensagens para as coordenações e, da mesma forma, as coordenações podem enviar mensagens para os pais. Além disso, o app permite também o envio de comunicações institucionais do colégio às famílias e permite que as professoras do Kindergarten ao 5º ano mandem mensagens e fotos aos pais de alunos de suas respectivas turmas, mostrando atividades do cotidiano escolar. Outros setores do colégio também podem ter o mesmo tipo de interação com os pais. As coordenações têm até 24 horas úteis para responder às mensagens que recebem pelo app e as professoras polivalentes ou professores-tutores não veem as notificações do aplicativo após os 10 primeiros minutos de aula, por isso, é recomendável que, em casos de necessidade, os pais mandem mensagens às professoras apenas antes deste tempo.

O aplicativo ClassApp não necessita de login nem senha, pois seu cadastro é iniciado pela própria ClassApp por meio do número de telefone celular e/ou e-mail dos responsáveis pelos alunos.

 

Trabalhos realizados no Colégio

É de responsabilidade do estudante de Ensino Fundamental Séries Finais e/ou Ensino Médio se organizar e agendar com a Coordenação com antecedência (mínimo de dois dias) os trabalhos a serem realizados no Colégio (individualmente ou em grupo) após as 13h00.

A Coordenação entregará ao estudante uma ficha de ciência e autorização da família, que deverá retornar assinada por um dos responsáveis. Somente com essa autorização assinada o estudante poderá ficar no Colégio para a realização do trabalho.

Ressaltamos que nesse dia, o transporte de retorno para casa fica sendo de responsabilidade dos pais.

 

Parceria escola-família na rotina escolar

O Colégio Magister acredita que o processo educacional e pedagógico de cada estudante deve ser acompanhado e assistido diretamente pelos seus responsáveis. Conhecer a estrutura de funcionamento do Colégio e seus princípios norteadores é fundamental para que haja coerência e integração escola-família-educando.

Dessa forma, nosso objetivo é criar a responsabilidade e o gosto pelo trabalho solicitado pelo professor desde as séries iniciais.

Oferecemos um acompanhamento sistemático ao processo ensino-aprendizagem do estudante. Todas as etapas desse processo são cuidadosamente estabelecidas para que as atividades escolares rotineiras e extraclasse propiciem o desenvolvimento de competências e valores éticos e morais sólidos. Os professores supervisionam diariamente a realização das lições de casa e a postura do estudante em sala de aula, atuando em parceria com a Coordenação.

Visando a preservação do momento de aula, informamos que o contato entre pais e professores ocorre formalmente a cada trimestre na ocasião das reuniões de pais, cujas datas estão estabelecidas conforme calendário escolar vigente.

Caso haja necessidade de os pais ou responsáveis se comunicarem com seus filhos enquanto estiverem nas dependências da escola, pedimos a gentileza de que o façam via Coordenação, e não por meio do celular do filho(a), que pode estar em aula e ter sua atividade consequentemente interrompida. Ressaltamos que os estudantes do Kindergarten e Ensino Fundamental Séries Iniciais não podem fazer uso do telefone celular nas dependências da escola e os alunos do Ensino Fundamental Séries Finais e Ensino Médio só podem fazer uso do telefone celular durante os períodos de entrada, saída e intervalos.

 

Atualização dos dados de contato

Para segurança dos alunos e pronta comunicação, pedimos aos pais que atualizem seus endereços e telefones (residencial, celular, comercial e recado) junto à Secretaria sempre que houver alteração.  

Buscando mais agilidade e otimização na comunicação com as famílias, estamos intensificando a comunicação eletrônica dos informes e atividades gerais da escola. Para tanto, pedimos também que mantenham atualizados os dados de e-mail junto à Secretaria da escola (secretaria@magister.com.br).

 

Itens que não fazem parte do material escolar

Para alunos do Kindergarten, Fundamental Séries Iniciais e Finais os aparelhos eletrônicos (como celulares e tablets) não são permitidos no ambiente escolar, até o 5º ano.

O procedimento do Colégio será primeiro orientar a criança para que guarde na mochila; na incidência do uso do celular, mesmo seu porte, o Professor deve retirar o celular e o entregará para a Coordenação que notificará a família; na terceira vez, a Coordenação devolverá o celular apenas para a família, além de que a escola não se responsabilizará pelo extravio desse objeto.

Para contato durante o período escolar, é imprescindível que a comunicação seja feita via Coordenação Pedagógica, por aplicativo Class APP, e-mail ou telefone, para não atrapalhar o bom desenvolvimento do trabalho pedagógico.

 

Organização e Identificação das turmas

Para diferenciar as turmas dos estudantes, o Colégio usa as denominações A, B, C, D ou seja: K3A, K3B, K4A, K4B, 1º ano A, 1º ano B, e assim por diante para as demais séries. Esclarecemos que o Colégio não possui as classificações “FORTE” e “FRACA”. As letras são usadas tão somente para diferenciar turmas e não competências.

 

Uniformes

O uso do uniforme é obrigatório para todos os alunos da Educação Infantil e do Ensino Fundamental durante todo o período em que o estudante permanecer no ambiente escolar. Para todos os estudantes do 9º ano e do Ensino Médio, o uso da camiseta é obrigatório durante todo o período em que o estudante permanecer no ambiente escolar. O uniforme é vendido pela Livro Fácil, localizado na Unidade Júnior, aberto de segunda a sexta-feira das 7h às 17h. Todas as peças do uniforme são personalizadas com a logomarca do Colégio.

Deve ser composto de:

  • Calça comprida, bermuda ou shorts saia ou vestido.

  • Camiseta branca regata, de manga curta ou manga comprida.

  • Blusão.

  • Tênis.

  • Meia branca.

 

Solicitamos que todas as peças de uniforme dos estudantes sejam identificadas para evitar trocas ou perdas.

Por questões de segurança e higiene, não serão permitidos: botas, sandálias, rasteirinhas, papetes, tênis de rodinha, chinelos e calçados afins.

No Kindergarten, a família será orientada e comunicada. Em casos de alunos de Ensino Fundamental e Ensino Médio a não observância de seu uso nas aulas diárias será registrada e as seguintes providências serão tomadas:

1ª ocorrência: o aluno será orientado e a família comunicada;

2ª ocorrência: o aluno será advertido formalmente;

3ª ocorrência: o aluno retornará para casa, ficando com falta nas aulas. Situação que será comunicada a família.

 

Não será permitido o uso de:

Por medida de segurança ou devido ao decoro necessário à convivência estudantil, não serão permitidos: Shorts sem o logotipo do colégio, camisas de times, calça rasgada, camisetas customizadas, sandálias, botas, tênis com rodinhas, chinelos, sapatos de plástico ou emborrachados, calça baixa, blusas que deixem a barriga à mostra ou decotadas, calça legging com camisetas curtas, roupas com dizeres que sugiram violência, discriminação ou maus hábitos; objetos que causem risco físico aos alunos ou sejam inadequados ao ambiente escolar. Nem peças do uniforme customizadas.

 

Atenção:

  • o uso do uniforme é obrigatório, mesmo em saídas, atividades extraclasse e no dia do aniversário;

  • Todos devem ter peças de reserva. Não serão aceitas justificativas;

  • Nas aulas de Educação Física e atividades esportivas, é obrigatório o uso do uniforme específico e calçados adequados para as atividades da disciplina.

  • Durante o Período Integral, o uso do uniforme é facultativo aos alunos do Infantil e obrigatório para os estudantes do Ensino Fundamental I.

 

Observações:

Em dias frios, o aluno deve usar o blusão do uniforme e, se necessário, outro agasalho de reforço pode ser vestido desde que seja da mesma cor do uniforme (azul marinho ou branco, liso e sem estampas).

Para evitar o extravio de peças do uniforme, pedimos que borde o nome do aluno ou o marque com caneta própria para tecido. A escola não se responsabiliza por uniformes perdidos.

Para facilitar o cotidiano das crianças e o convívio social, pedimos que evitem adereços que possam trazer incômodos e preocupações com esquecimentos ou extravios, como: bijuterias, peças de fantasias, coletes de enfeite, bonés, meias calças coloridas, gorros e cachecóis coloridos, etc.

Para as aulas de Educação Física ou para as práticas esportivas, é obrigatório o uso de roupas esportivas adequadas: calça de moletom ou helanca, bermuda, camiseta e tênis. Os estudantes que não estiverem com a vestimenta estipulada não poderão participar das aulas práticas e de Educação Física e ficarão com falta.

 

Lanche

Na Unidade Júnior, o lanche na Educação Infantil deve ser trazido de casa. Nas séries iniciais, pedimos que o mesmo seja trazido em uma lancheira, uma vez que os alunos até o Kindergarten 4 não frequentam a lanchonete.

Os alunos da Educação Infantil também podem adquirir o kit-lanche, mensalmente, na lanchonete Sabor A +, que oferece também um serviço de lanchonete e self-service para lanches e almoço, estruturado para atender todos os estudantes durante sua permanência na escola.

Na Unidade Sabará, o Fundamental II e Ensino Médio contam com um serviço de lanchonete e self-service para almoço, estruturado para atender todos os estudantes durante sua permanência na escola. A unidade II conta com um refeitório, equipado com geladeira, micro-ondas, mesas, cadeiras e pia. Os estudantes que quiserem podem guardar o almoço e o trazido de casa. 

A fim de promover e conscientizar nossos alunos para a importância de uma alimentação saudável, a lanchonete não oferece refrigerantes e alimentos industrializados (ex. salgadinhos).

Para os que trazem lanche de casa, a orientação é que, pelo menos três vezes por semana, sejam lanches naturais, iogurtes, bolos, frutas, com o objetivo de criar, além de bons hábitos alimentares, hábitos de seleção e escolha do lanche, lembramos que o lanche deve ser composto por alimentos leves, com sucos e frutas, principalmente nos dias mais quentes.

O momento do lanche também é um momento de aprendizagem, pois as crianças são orientadas a desenvolver atitudes de autonomia, respeito, higiene, além de aprenderem a dividir e compartilhar com os amigos. 

Ressaltamos que é vetado aos estudantes comerem ou beberem dentro da sala de aula.

 

Aniversários

As comemorações de aniversário são momentos muito esperados e plenos de alegria para as crianças. Entendemos e valorizamos estas comemorações como mais uma oportunidade de inserção das crianças no contexto social de trocas e interação com seus pares. Todavia, devido aos protocolos de Biossegurança a que estamos submetidos no ano de 2021, as comemorações estão temporariamente suspensas. 

 

Segurança e uso de imagem

Buscando por medida de segurança e privacidade, e em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPDP - Lei nº 13.709/2018 -altera a Lei nº 12.965, de 23 de abril de 2014 (Marco Civil da Internet), orientamos a todas as famílias e comunidade escolar sobre o uso e proteção de dados pessoais e da imagem.

Conforme o artigo I da Lei nº 13.709/2018 - Não é permitido utilizar de dados pessoais, inclusive nos meios digitais, por pessoa natural ou por pessoa jurídica de direito público ou privado, filmar ou fotografar alunos ou profissionais da escola em suas atividades ou em qualquer dependência da instituição sem prévio conhecimento e autorização dos responsáveis legais e dos responsáveis pela Instituição Escolar, com o objetivo de proteger os direitos fundamentais de liberdade, privacidade e da imagem.

Orientamos nossos alunos e responsáveis quanto à observância das regras de boa conduta no ambiente virtual, respeitando o Contrato de Prestação de Serviços Educacionais, Regimento Escolar, as orientações pedagógicas, bons costumes, as normas de direito autoral, o direito à honra, à privacidade, à imagem e à intimidade.


 

Serviço de Coordenação Pedagógica 

Os serviços de Coordenação Pedagógica são exercidos por profissionais habilitados para cada segmento do Colégio.

A equipe pedagógica atua com o corpo docente e a equipe técnico-administrativa para assegurar a eficiência da ação definida em planejamento e garantir que as atividades curriculares sejam adequadas ao processo ensino-aprendizagem.

A ação direta com os alunos busca atender e orientar suas condutas e seus estudos, mediando as ações entre escola, família e comunidade educativa.

 

Aulas particulares

O Colégio não permite que os professores da Instituição ministrem aulas particulares aos estudantes da escola, mesmo que seja de outra turma.

 

Regras de convivência

Para que se estabeleça entre as pessoas uma relação harmoniosa e produtiva, é preciso que os direitos e os deveres de cada um sejam conhecidos e respeitados, num exercício de cidadania e consciência da contribuição de cada um para o bem-estar comum.

Para tanto, as normas são necessárias para o bom desenvolvimento do trabalho entre todos os elementos que participam do processo educacional. Conhecê-las e cumpri-las tornam-se um direito e um dever do aluno, dentro da sua faixa etária e série escolar.

a) Todo aluno tem por dever:

  • Respeitar as pessoas (colegas e funcionários da Instituição).

  • Zelar pelo nome da Instituição inclusive nos meios virtuais.

  • Acatar as normas do Colégio e a autoridade da Direção e demais funcionários.

  • Fazer uso do uniforme e vestimentas adequadas ao ambiente escolar durante todo o período em que permanecer nas dependências do Colégio e imediações. A escola é um espaço formal que exige um cuidado no falar, no vestir-se e no portar-se. Não fale alto, não grite e não corra.

  • Zelar pela ordem, conservação e limpeza de todas as dependências e instalações escolares, mobiliário e materiais de uso comum e alheio, responsabilizando-se pela sua manutenção, limpeza e ordem.

  • Adquirir, identificar com seu nome e turma e portar o material escolar solicitado para as aulas e atividades extraclasse nas quais esteja participando (livros, cadernos, uniformes, aventais, etc.). O material escolar e os objetos que compõem esse material são de responsabilidade do educando.

  • Estar em sala nos horários de início de aula, de acordo com seu segmento, turma e período de aula. Sendo permitido atraso, dentro do tempo de tolerância, depois disso, os estudantes devem aguardar na sala de apoio indicada pela Coordenação. 

  • Estar em sala de aula após os horários de intervalos; 

  • Aguardar o professor dentro da sala de aula durante as trocas de aula.

  • Ser assíduo e pontual, respeitando o horário de início e a tolerância de atraso entre as atividades oferecidas pelo Colégio, bem como o cumprimento de prazos relativos aos seus deveres e tarefas. Evitar faltar às aulas e às avaliações. A partir do terceiro atraso (no mês, no trimestre ou no ano), tomaremos as providências cabíveis a cada segmento.

  • Organizar-se para que a realização dos trabalhos solicitados ocorra dentro do ambiente escolar, sempre fora do seu período de aulas.

  • Evitar interromper a aula para fazer uso do banheiro e bebedouro. Lembre-se de que a aula não para porque o aluno saiu da classe. Sempre que for necessário sair, deverá solicitar ao professor, assim como pedir licença para entrar na sala de aula quando retornar. 

  • Reembolsar os membros da comunidade escolar (instituição, colegas, funcionários e professores) quando causar danos nas instalações, equipamentos e materiais do Colégio ou de terceiros, ainda que involuntariamente

  • Justificar a ausência nos dias de avaliação mediante apresentação de atestado médico à Coordenação. Caso contrário, a solicitação de avaliação substitutiva deverá ser feita diretamente na Secretaria, mediante pagamento de taxa.

  • Manter-se em silêncio ao circular pelos corredores. Muitos de nós temos grande dificuldade de concentração e o barulho pode dificultar ainda mais.

  • Utilizar preferencialmente as rampas e escadas para se deslocar de um andar para outro, sempre acompanhado pelo professor ou pelo inspetor de alunos.

  • Respeitar as normas de convivência e preservação do patrimônio. Desenvolver bons hábitos e boas relações para garantir seu sucesso no futuro.

  • Responsabilizar-se pelo extravio ou esquecimento de todo tipo de objeto estranho ao processo educativo trazido ao ambiente escolar.

  • Entregar os trabalhos individuais ou em grupo diretamente ao professor solicitante, de acordo com o prazo estabelecido por ele. Nenhum funcionário receberá trabalhos e tarefas destinadas aos professores. Os trabalhos atrasados estão sujeitos a desconto de 30% da nota num segundo prazo estabelecido pelo professor, ou, no caso de um terceiro prazo, a entrega é obrigatória, apesar de não valer mais nota.

  • Manter em sala de aula postura de trabalho, atenção e participação ativa nas atividades propostas, projetos, eventos, solenidades e reuniões quando convocados.

  • Registrar e fazer anotações em seu caderno sobre as atividades realizadas em aula e a fala dos professores.

  • Evitar interromper a aula para fazer uso do banheiro e bebedouro, principalmente em aulas próximas ao início ou término do período de aulas e intervalos. Será permitida a saída de apenas um aluno por vez. Lembre-se de que a aula não para porque o aluno saiu da classe. Organize-se fisiologicamente e corporalmente, porém, se necessário for, peça ao professor. Pedir licença para entrar na sala quando retornar.

  • Ser gentil com colegas, professores e funcionários. Manter uma postura adequada nos espaços de uso comum (rampa, pátio, portaria, biblioteca, laboratórios de informática, quadra).

  • Encaminhar-se rapidamente e de forma organizada para o próximo local de destino, durante a troca de aulas, cuidando para não comprometer o movimento de outras turmas.

  • Aguardar o acompanhamento do professor ou funcionário ao se deslocar para espaços diferenciados durante o momento da aula.

  • Submeter à aprovação dos superiores as sugestões e propostas de atividades de iniciativa pessoal ou de grupos a serem realizadas no Colégio.

 

b) O aluno tem por direito:

  • Garantia de sua liberdade individual e, consequentemente, ser tratado com dignidade.

  • Assistir normalmente às aulas e participar das demais atividades oferecidas pelo Colégio.

  • Assistir às aulas de recuperação paralela na forma prevista no Regimento Escolar.

  • Receber certificados e demais documentos de escolaridade.

  • Em caso de dúvida, obter revisão de seu aproveitamento nas avaliações.

  • Requerer avaliações substitutivas, conforme previsto no Regimento Escolar.

  • Reivindicar providências contra atos que considerar injustos.

  • Ter assegurada vaga na série subsequente, no limite das salas de aulas, respeitando o prazo estabelecido pelo Colégio para a matrícula, estando sujeito a perder sua vaga caso não seja cumprido o prazo determinado.

 

c) É vetado ao aluno:

  • Facilitar a entrada de pessoas estranhas ao ambiente escolar sem a devida autorização de autoridades do Colégio.

  • Entrar nas dependências do Colégio ou dele sair, fora do horário regular de suas aulas.

  • Permanecer nas dependências do Colégio fora do período de suas aulas regulares, sem atividade pedagógica específica.

  • Entrar na sala dos professores.

  • Ocupa-se de atividades estranhas às que, no momento, estavam programadas para sua turma.

  • Utilizar ou tentar utilizar técnicas fraudulentas nas avaliações. Nesses casos, a avaliação será anulada.

  • Usar quaisquer objetos estranhos à proposta durante a aula (telefones celulares, fones de ouvido, revistas, comes e bebes etc.).

  • Trazer objetos de valor ou quantias.

  • Durante o período de aula transitar ou permanecer em outros locais da escola que não aquele onde está acontecendo a aula, por exemplo, pátio, corredor, biblioteca.

  • Sair do Colégio durante o período de aulas sem a autorização por escrito dos pais, apresentada previamente à Coordenação.

  • Usar quaisquer objetos estranhos à proposta da aula (fones de ouvido, etc.).

  • Utilizar o elevador sem o acompanhamento de um educador responsável.

  • Promover ou participar de movimentos de hostilidade ou desprestígio do Colégio e de seus funcionários e autoridades.

  • Divulgar, por quaisquer meios, assuntos que envolvam o nome do Colégio, de seus funcionários ou de colegas sem que, para tanto, esteja devidamente autorizado.

  • Fotografar ou filmar pessoas ou espaços da escola, salvo sob expressa autorização da Coordenação.

  • Praticar, dentro ou nas imediações do Colégio, atos ofensivos e agressivos, sejam estes físicos, verbais ou ambos.

  • Portar material que represente perigo para a saúde, segurança e/ou integridade física ou moral sua ou de outrem.

  • Incitar a ausência coletiva.

  • Promover ou participar de movimentos de hostilidade ou desprestígio do Colégio e de seus funcionários e autoridade, inclusive nos ambientes virtuais.

  • Filmar ou fotografar alunos ou profissionais da escola em sala de aula ou em qualquer dependência da instituição sem prévia autorização e consentimento.

d) Sanções:

A aplicação das sanções será individualizada e proporcional à gravidade da infração, não obedecendo, necessariamente, à ordem abaixo:

  • advertência oral;

  • advertência escrita;

  • suspensão de um a três dias letivos, a ser cumprida exclusivamente em casa;

  • exclusão, com cancelamento de matrícula.

Em caso de suspensão, o aluno ficará ausente de todas as atividades curriculares ou extracurriculares do(s) referido(s) dia(s), assim como não deverá frequentar o espaço escolar. 

Toda medida disciplinar aplicada será registrada pela Coordenação Pedagógica e comunicada aos pais ou responsáveis do aluno, que deverão notificar sua ciência por escrito, exceção feita à advertência oral.

 

Toda medida disciplinar aplicada será registrada pela Coordenação e comunicada aos pais ou responsáveis do aluno imediatamente, que deverão notificar sua ciência por escrito, exceção feita à advertência oral. Em casos de recorrência ou suspensão a Coordenação deverá entrar em contato com os responsáveis por telefone.

Equipe técnica 

Corpo Docente :

Berçaristas :

  • Fabiana Alves da silva

  • Vania Maria da Silveira Godoi

  • Lindineide Maria Ferreira

  • Maria Lucia Germano da Costa

  • Silvia Vieira Torres Melo da silva

Equipe de Supervisão - Berçário:

  • Cibele Cristina do Nascimento Oliveira

Corpo Docente – Kindergarten:

  • Adriana Anunciata

  • Bianca de Oliveira Marinheiro

  • Cibele Cristina do Nascimento Oliveira

  • Cristina Nahas Vilarino

  • Débora Oliveira

  • Laila Mendonça

  • Larissa Arraes

 

Equipe de Coordenação - Kindergarten:

  • Selma Lisboa - Coordenadora pedagógica

  • Suzana Garcia Barretti - Auxiliar de coordenação

  • Cibele C. do Nascimento Oliveira - Supervisora do berçário

  • Jenny Pomponet - Auxiliar de coordenação júnior


Corpo docente do Ensino Fundamental – Séries Iniciais:

  • Ana Paula Sarris

  • Adriana Oliveira Marques Campos

  • Bruno Bedoni Alves

  • Bruno Sansone Souza

  • Cláudia Aneas

  • Elizângela Aparecida Grandelli Santos 

  • Geoconda Strioto Domingues 

  • Gislaine Joaquim Vallério dos Santos 

  • Gisela Mariane Felisberto

  • Janaina Fernandes Contado

  • Luciana Rodrigues de Andrade

  • Monic Thais Bocalini

  • Priscila de Lima Santana

  • Priscila Pires Hirata 

  • Roselídia de Sá Silva

  • Taís Helena Vigiani Baptista 

  • Tatiana Adaniya

  • Thaís Zuppo Gomes

 

Equipe de Coordenação Ensino Fundamental – Séries Iniciais:

  • Monet Tróccoli Genioli – Coordenadora Pedagógica

  • Roseli Falcini de Brito – Assistente de Coordenação

  • Grazielly Ramos Anuzi Silveira – Auxiliar de Coordenação Júnior

  • Ieda Amaro - Auxiliar de ensino

 

Corpo docente - Ensino Fundamental Séries Finais:

  • Adriana Campos - Profª de Inglês - 6º aos 8º anos

  • Aline Morais – Geografia 6º aos 8º anos

  • Aline Morais - História 8º anos

  • Ana Lucia de Lima – Prof.ª Arte – 6º aos 8º Anos

  • Carina Porto Martins – Prof.ª Linguagem corporal e cênica – 6º aos 8º anos

  • Isilda Alvarez – Prof.ª Língua Portuguesa – 8º anos

  • Leandro Ribeiro Suzart – Prof. Educação Física – 6º aos 8º anos

  • Glaucia Cruz – Profª de Inglês - 6º aos 8º anos 

  • Lucy Rosana Santin – Prof.ª Língua Portuguesa – 6º e 7º anos

  • Lycidia Taveiros Barretto – Prof.ª Matemática – 6º e 7º anos

  • Miriam Marcia R. Chaves – Profª. Matemática – 8º anos

  • Paulo Henrique Módena Coutinho - Prof. Ciências – 6º e 8º anos

  • Rosangela Boueri Silveira – Profª. História – 6º e 7º anos 

 

Equipe de Coordenação do Ensino Fundamental Séries Finais:

  • Júlio Augusto da Fonseca Costa Farias – Coordenador Pedagógico 

  • Lucinéa Gomes ─ Assistente de Coordenação

  • Rosangela Boueri Silveira - Educadora da Supervisão de Estudos na Escola Ampliada

  • Edneia - Auxiliar de coordenação

  • Margarete Brigante – Inspetora de alunos

Corpo docente – Ensino Médio e 9º ano:

  • Aline Morais – Profª Geografia

  • Ana Lúcia de Lima - Profª de Arte

  • Anselmo de Araujo Souza – Prof.º História

  • Camila de Almeida Brito – Prof.ª Geografia e eletiva

  • Camila Moura de Souza – Prof.ª Língua Portuguesa

  • Carina Porto - Profª de Expressão corporal

  • Fabio Pugliesi – Prof.º Matemática e Física e eletiva

  • Heliana M do Carmo Barbosa Han – Prof.ª Biologia e eletiva

  • Isilda Maria Alvarez – Prof.ª Língua Portuguesa

  • Leandro Ribeiro Suzart - Prof. de Educação Física

  • Luciana Caetano - Profª Inglês e eletiva

  • Patricia Ramos Carvalho – Prof.ª Química e eletiva

  • Pedro Ernesto Lavander Mendonça – Prof.º Física

  • Pedro Sérgio Pereira – Prof.º História

  • Rodolfo Henrique Oliveira da Silva – Prof.º Espanhol e Produção de
    Texto e eletiva

  • Ronei Jair Tibolla – Prof.º Filosofia e Sociologia e eletiva

 

Equipe de Coordenação – Ensino Médio e 9º ano:

  • Júlio Augusto da Fonseca Costa Farias – Coordenador Pedagógico 

  • Paula Pasquale - Assistente de Coordenação

  • Mariangela Leite de Azevedo – Assistente de Coordenação Júnior 

  • Márcio Tadeu - Inspetor de alunos

 

Corpo docente – Programa Internacional: 

  • Bruno Sansone

  • Kerry Owen Bohannon

  • Lilian Borel

  • Luciana Caetano

  • Priscila Santana

  • Susan Ann Saboya

  • Adriana Campos

  • André Carvalho

  • Caroline Zandona

Equipe de Coordenação – Programa Internacional:

  • Luciana Badra – Coordenadora Pedagógica do Programa Internacional

  • André Carvalho - Auxiliar de Coordenação Elementary and Middle School

  • Paula Pasquale - Assistente de Coordenação High School

 

Educadoras – Integral:

  • Bruna Revolta

  • Carolina Negrão

  • Gizelma Alves Passos

  • Priscila Rossi

  • Rosana Marques

  • Roseli Maronesi

  • Victorya Amaral

Equipe de Coordenação do Integral:

  • Giany Parra - Coordenadora

E-mail da equipe técnica

Para qualquer necessidade ou contato com a escola, utilizar o e-mail: magister@magister.com.br

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Calendário 2021

Calendário autorizado até a data da publicação deste Plano Diretor. Alterações serão possíveis devido a determinações oficiais em função da pandemia.

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