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7 orientações que compõem uma escola forte

Como o processo da educação passam por constantes modernizações ao longo do tempo, muitos se perguntam o que é uma escola realmente forte na atualidade.


Apesar das escolas poderem usar metodologias diferentes em suas rotinas pedagógicas, é quase senso comum considerar uma escola forte como aquela que não hesita em observar a contemporaneidade e inova em sua atuação, tendo como objetivo sempre melhorar constantemente o processo ensino-aprendizagem de acordo com o ambiente em que é inserida. Algumas orientações principais compõem uma escola assim. Vamos conhecê-las?


Ensino gradual e de acordo com a faixa etária do aluno


O aprendizado deve ocorrer desde os primeiros meses de vida, quando a criança precisa ter oportunidades e estímulos para começar a desenvolver aptidões, incluindo percepções sobre si e sobre o espaço em que está inserida. Porém, é imprescindível respeitar as limitações de cada faixa etária.


Dessa forma, a criança, mesmo depois de passar da primeira infância, não pode ser cobrada a desenvolver o que não é adequado para sua idade; o desenvolvimento de habilidades e competências tem que ser estimulado gradativamente, passo a passo, com acompanhamento do professor. E o mais importante: é preciso ter em mente o fato de que as crianças não possuem o mesmo ritmo de aprendizado e é perfeitamente normal algumas crianças demorarem mais que as outras para desenvolverem suas habilidades e competências.


Acompanhamento das diferentes fases de desenvolvimento do estudante


Geralmente, após os doze primeiros anos de vida acontece uma das etapas mais marcantes na vida do ser humano: ele atinge a puberdade e começa a deixar a infância para ingressar na adolescência. Nesta fase, é comum – além de diversas mudanças biológicas – acontecerem mudanças comportamentais, que podem incorrer no aumento ou diminuição de sensações como ansiedade, paciência, aceitação própria e perante os outros etc.


Nesta fase de transição, é importante a escola estar atenta e acompanhar também as vontades, anseios e problemas dos jovens, que muitas vezes têm dificuldades de entender sozinhos as mudanças pelas quais passam e que podem interferir em suas capacidades de aprendizado e de socialização. A aproximação e a conversa constante são atitudes que facilitam esse acompanhamento.




Tecnologia na rotina pedagógica?! Quero!


Com os crescentes avanços tecnológicos e a ideia de que as crianças de hoje “já nascem com um celular ou tablet nas mãos”, muitos se perguntam se a tecnologia é aliada ou vilã da rotina escolar e do processo ensino-aprendizagem. A resposta é: depende da escola!


A criança ou jovem do século XXI deve frequentar uma escola contemporânea, ou seja, que entenda e utilize as facilidades tecnológicas em prol do ensino, aliando as habilidades dos alunos no manuseio de dispositivos eletrônicos com os objetivos pedagógicos. Para isso, é necessário inicialmente que a escola oriente o aluno a ser um “cidadão digital”, usando a ética e interagindo digitalmente com responsabilidade e respeito ao diverso e ao adverso. Em um segundo momento, o estudante já pode usar a tecnologia em prol do aprendizado – desde que mediado por educadores.


Hoje, muitas plataformas digitais, aplicativos e softwares já existem com o intuito de auxiliar o processo ensino-aprendizagem. Cabe à escola escolher os que melhor se adequam a seu perfil, inseri-los no planejamento pedagógico e treinar seus docentes para utilizá-los da melhor forma possível.


Aluno ativo


Corroborando o item anterior, a criança praticamente tem o mundo na palma das mãos quando está com um dispositivo móvel. Desde pequena, ela é estimulada a manusear tal equipamento, participando ativamente na busca por informações e interação – sejam quais forem.


Muitas escolas do século XXI já estão aproveitando as competências dos alunos como atuantes no processo ensino-aprendizagem. Assim, o estudante, quando estimulado pela escola, inicia seu aprendizado por meio da própria ação, buscando conteúdo e informações sobre temas pré-determinados.


Depois, cabe ao professor a importantíssima tarefa de mediar em sala de aula as percepções dos alunos sobre o conteúdo e orientá-los para o objetivo almejado no planejamento pedagógico, deixando claro o significado daquele aprendizado.


Por esse modelo diferente das tradicionais aulas meramente expositivas – e complementar a elas, os alunos desenvolvem autonomia para estudar e se tornam protagonistas do próprio aprendizado.




Atividades lúdicas: bora usar os sentidos!


Para a aprendizagem, vivências são mais produtivas que observações passivas. O ser humano – principalmente quando criança ou jovem – tende a absorver mais percepções e formular opiniões quando passa por experiências do que quando ouve alguém falar. Por isso, é importante inserir no planejamento pedagógico atividades que favoreçam às crianças que utilizem um ou mais de seus cinco sentidos e incitem o raciocínio lógico.


O simples manuseio de diferentes tipos de bola, como de golfe, de tênis, de pingue-pongue e de borracha, por exemplo, é uma atividade proveitosa para estimular percepções sobre textura, peso e tamanhos.


Tais atividades tendem a ficar “marcadas” no cérebro da criança e a tornam protagonista de seu aprendizado. Além disso, ao desenvolver as atividades, o professor ainda pode observar como é a atuação de cada aluno, entendendo como se dá seu envolvimento no processo de aquisição de percepções.


Desenvolvimento do senso crítico: analisar e entender pra depois resolver!


Além dos conhecimentos nas disciplinas curriculares, é fundamental que, ao longo da vida escolar, o estudante desenvolva senso crítico, pois ele está inserido em um mundo cada vez mais dinâmico, onde a todo momento surgem novas informações e conceitos vão se atualizando.


Daí vem a consciência da escola em promover, na rotina pedagógica, atividades que requeiram e incitem a capacidade analítica e de compreensão do aluno, para que ele formule um posicionamento ou solucione um problema. Em outras palavras, a conclusão de uma situação só pode ser adquirida após a avaliação desta situação.




Aprendizado extramuro: #partiu fazer um estudo do meio?


Em tempos altamente tecnológicos, a sala de aula torna-se um lugar de mediação de saberes e aprendizados, feito conjuntamente entre o professor e os alunos. Mas não se pode esquecer de um terceiro ambiente, igualmente importante no processo ensino-aprendizagem: o espaço que extrapola os muros escolares e não necessariamente são tecnológicos.


Vivências em lugares que ofereçam oportunidades ímpares de imersão na cultura ou de experiências práticas que concretizem o que é ensinado na escola também são componentes do processo ensino-aprendizagem que aumentam as percepções e a capacidade analítica dos alunos, facilitando a compreensão deles sobre muitos assuntos abordados em aula. Museus e parques ecológicos são exemplos clássicos de ambientes extraescolares complementares ao aprendizado.


Clique aqui para conhecer um renomado colégio de São Paulo que alia essas orientações.

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